Quando não suporto mais a mim mesmo, me entrego ao vento!
Quando não suporto mais a mim mesmo, me entrego ao vento.
Deito e mergulho nas entranhas do ser.
Contemplo aquilo que se tornou um fardo, um peso excessivo, o karma.
Ou, mesmo aquilo que se configura como um prazer, tanto faz, nem sei mais quem sou eu.
Não me importo mais como me importava anteriormente, vivo intensamente, tem bastado.
Respiro, respiro, respiro, respiro, respiro!
Respirando, compreendo que estou sendo, eterno movimento do vir-a-ser, nunca acabado.
Deixo os pensamentos fluírem para onde desejarem, seguem livres, pois não me pertencem.
Nem o corpo que habito me pertence, nem os sentimentos ou emoções, nada, tudo é emprestado.
Infinitas configurações que o universo doa momentaneamente se constituindo como eu, provisoriamente.
Singularidades convergentes e divergentes, uma partícula num infinito espaço sideral.
Tudo se dissolve, seja o que for, nada resiste eternamente.
Roda, roda, roda, gira, gira, gira-mundo.
Vento soprando, me carregando para longe de mim mesmo, cada vez mais perto de ti, o insondável, inaudito.
Om Namah Shivaia!!!
Queria dizer o que penso, mas bastou viver.
Olhando nos seus olhos, vi os meus em ti.
Na sua pele me senti vivo, intenso.
Queria dizer o que penso, mas bastou viver.
Prefiro sublimar um desejo do que destruir o Amor.
Te abraço ao invés de te rejeitar.
Lhe acolho como um ato de compaixão.
E nos teus braços descanso em paz.
Crente de que é melhor viver junto do que apartado.
Exercitando pacientemente a devoção por ti.
Me desvencilho daquilo que me limita, eu mesmo.
Contemplando sua presença me envolvendo por completo.
Eu, tu, nós, gratidão!
Amar acima de tudo!
Om Namah Shivaia!!!
Recentemente compreendi, vivendo, que as escolhas são direções que tomamos.
Viver tem sido uma viagem ao desconhecido!
Cada experiência vivida é um aprendizado.
Recentemente compreendi, vivendo, que as escolhas são direções que tomamos.
Caminhos que percorremos, muitas vezes sem saber para onde estamos indo.
Pois, em geral, vivemos alienados, distraídos, entretidos por qualquer motivo.
Infinitas motivações que nos levam a escolher sem o mínimo discernimento.
Mas pra que saber? “Deixa vida me levar, vida leva eu”, assim vamos.
Idas e vindas, entretidos com os sentidos, as emoções e a fértil imaginação.
No entanto, quando nos deparamos com nossa finitude, o desespero pode surgir.
Só quando nos aproximamos da morte, dialogamos com ela intimamente, podemos suplantar tal condição.
Reconhecemos que a vida é uma dádiva, um presente sendo vivido aqui e agora, presente.
Compreendemos que viver é o grande objetivo da vida, mas viver como?
Para mim, na “certeza” de que cada escolha seja única, momento no qual realizo algo que transcende a mim mesmo.
Me conforta, pensar, sentir, intuir, o ser como expressão divina.
Exercício de introspecção para que a alienação de lugar a conscientização, dualidades que se revezam.
Nesse processo, algo surpreendente se revela, estou vivo, pulsando, respirando!
Simples assim, por isso evitar desperdícios e manter-se vivo por inteiro.
Material, emocional, mental, espiritual, ambiental, seja como for.
Se doando para o universo, tal como dele somos receptores.
Om Gam Ganapataye Namaha!
Nem um, nem outro, tudo-nada, amor-ódio, cheio-vázio, bonito-feio, gostoso-ruim, etc…
Sou um canal no qual perpassam infinitas forças do universo.
O corpo é como um vulcão em erupção.
A mente que mente, sintonizando diferentes frequências.
Admiro o corpo e a mente em suas múltiplas manifestações.
Tudo que emana de mim, a mim não pertence.
Sou apenas um momento cósmico sendo manifestado, tal como infinitos outros.
Portanto, cabe a mim, contemplar a criação e o criador que sou.
O limite é aquilo que definimos como tal.
Se não possuo limites para criar, posso simplesmente ser.
Sem definições, conceituações, limitações quaisquer.
Mas estando encarnado num corpo físico, o infinito se materializa numa estrutura viva.
Por isso respiro, para suplantar toda e qualquer limitação.
Retornando ao incondicionado, ou melhor, suplantando dualidades.
Transformações sucessivas, impermanente e permanente.
Nem um, nem outro, tudo-nada, cheio-vazio, bonito-feio, gostoso-ruim, etc…
Criações, manutenções e dissoluções.
Respirando, respirando, respirando…
Aprendendo a AMAR incondicionalmente!
Om Gam Ganapataye Namaha!
Assimilação dos complexos – C. G. Jung
Segundo Jung: Assimilação dos complexos.
Um passo dos mais importantes para o conhecimento de si próprio, bem como para o tratamento das neuroses, será trazer à consciência os complexos inconscientes.
Mas convém não esquecer que a tomada de consciência do complexo apenas no plano intelectual muito pouco modificará sua influência nociva. Há neuróticos que seriam até capazes de escrever excelentes monografias sobre seus conflitos mas que continuam quase tão doentes quanto antes. Para que se dê a assimilação de um complexo será necessário, junto à sua compreensão em termos intelectuais, que os afetos nele condensados sejam abreagidos. isto é, exteriorizem-se através de descargas emocionais. Os primitivos davam expressão a choques e traumas emocionais por meio de danças e cantos repetidos inúmeras vezes até que se sentissem purgados desses afetos.
Nós pretendemos funcionar só com a cabeça. Por isso discorremos inteligentemente sobre nos sos complexos, mas eles continuam bem encravados na textura inconsciente-corpo, produzindo sintomas somáticos e psíquicos totalmente irracionais.
Todos os fenômenos psíquicos são de natureza energética. Os complexos são nós de energia.
Jung vê a psique em incessante dinamismo. Correntes de energia cruzam-se continuadamente. Tensões diferentes, pólos opostos, correntes em progressão e em regressão entretêm movimentos constantes.
Numa visão de conjunto da energética psíquica, Jung postula a existência de dois pólos fundamentais que se defrontam. De uma parte estão as forças que alimentam o insaciável apetite dos instintos e, de outra parte, as forças que se opõem às primeiras, que restringem a impetuosidade instintiva. A inter-relação dessas forças antagonistas promove a auto regulação do equilíbrio psíquico.
O combate entre esses dois opostos tem sido vivenciado pelo homem em todos tempos e comumente é designado pela oposição natureza-espírito. Espírito não é entendido aqui como algo transcendente. Para Jung, as forças que se opõem à instintividade são tão naturais quanto os próprios instintos e, tanto quanto estes, são poderosas. “Rigorosamente falando, o principio espiritual não entra em colisão com o instinto, mas com a instintividade cega na qual se manifesta predominância injustificada da natureza instintiva em relação ao espiritual. O espiritual também se apresenta na vida psíquica como um instinto, mesmo como uma paixão ou, segundo disse Nietzsche, “como um fogo devorador”. Não se deriva de qualquer outro. instinto, mas é um principio sui generis, uma forma especifica e necessária da força instintiva.
Do jogo entre tensões opostas resulta a liberação de relativos excedentes de energia e o natural estabelecimento de declives por onde se escoe esta energia livre. Com efeito, a história da humanidade demonstra que já o homem primitivo conseguia dispor de cotas de energia para aplicação utilitária no mundo exterior e para operações transformadoras internas, que se realizavam por intermédio da formação de símbolos religiosos, de rituais e de atos mágicos. Não está todavia no poder do homem canalizar os excedentes energéticos para objetos escolhidos racionalmente.
O processo de individuação é descrito em imagens nos contos de fada, mitos, no opus alquímico, nos sonhos, nas diferentes produções do inconsciente. Sobretudo através dos sonhos será possível acompanhá-lo ao vivo nos progressos, interrupções, regressões e interferências várias que perturbem seu desenvolvimento.
A preliminar será o desvestimento das falsas roupagens da persona. Para estabelecer contatos com o mundo exterior, para adaptar-se às exigências do meio onde vive, o homem assume uma aparência que geralmente não corresponde ao seu modo de ser autêntico. Apresenta-se mais como os outros esperam que ele seja ou ele desejaria ser, do que realmente como é. A esta aparência artificial, Jung chama persona, designação muito adequada, pois os antigos empregavam esse nome para denominar a máscara que o ator usava segundo o papel que ia representar. O professor, o médico, o militar, por exemplo, de ordinário mantêm uma fachada de acordo com as convenções coletivas, quer no vestir, no falar ou nos gestos. Os moldes da persona são recortes tirados da psique coletiva.
Se, numa certa medida, a persona representa um sistema útil de defesa, poderá suceder que seja tão excessivamente valorizada a ponto do ego consciente identificar-se com ela. O individuo funde-se então aos seus cargos e títulos, ficando reduzido a uma
impermeável casca de revestimento. Por dentro não passa de lamentável farrapo, que facilmente será estraçalhado se soprarem lufadas fortes vindas do inconsciente.
Nenhum exemplo ilustrará melhor o que seja a persona, que o conto de Machado de Assis – O Espelho. Neste conto, Machado apresenta a teoria de que o homem tem duas almas: “uma que olha de dentro para fora, outra que olha de fora para dentro”. (… ) “Há casos, por exemplo, em que um simples botão de camisa é a alma exterior de uma pessoa; e assim também a polca, o voltarete, um livro, uma máquina, um par de botas, uma cavatina, um tambor, etc.” E narra o caso de um jovem que, sendo nomeado alferes da guarda nacional, tanto se identificou com a patente que “o alferes eliminou o homem”. Quando, por circunstancias especiais, ele foi obrigada a ficar sozinho numa casa de campo onde não havia ninguém para prestar as louvações e marcas de respeito devidas ao alferes, sentiu-se completamente vazio. Até sua imagem no espelho, ele via esfumada, sem contorno nítido. Este fenômeno estranho levou-o ao pânico. Desesperado, lembrou-se de vestir a farda de alferes. “O vidro reproduziu então a figura integral, nenhuma linha de menos, nenhum contorno diverso; era eu mesmo, o alferes, que achava, enfim, a alma exterior”.
Quanto mais a persona aderir á pele’ do ator, tanto mais dolorosa será a operação psicológica para despi-la. Quando é retirada a máscara que o ator usa nas suas relações com o mundo, aparece uma face desconhecida. Olhar-se em espelho, que reflita cruamente esta face, é decerto ato de coragem. Será visto nosso lado escuro onde moram todas as coisas que nos desagradam en nós, ou
mesmo que nos assustam. 8 nossa sombra. Os primitivos acreditavam que a sombra projetada por seus corpos, ou sua imagem refletida n’água, fosse uma parte viva deles próprios. E, com efeito, a sombra (em sentido psicológico) faz parte da personalidade
total. As coisas que não aceitamos em nós, que nos repugnam, e por isso as reprimimos, nós as projetamos sobre o outro, seja ele o nosso vizinho, o nosso inimigo político, ou uma figura símbolo como o demônio. E assim permanecemos inconscientes de que as
abrigamos dentro de nós. Lançar luz sobre os recantos escuros tem como resultado o alargamento da consciência. Já não é o outro quem está sempre errado. Descobrimos que freqüentemente “a trave” está em nosso próprio olho.
Quanto mais a sombra for reprimida mais se torna espessa e negra.
Valerá a pena o árduo trabalho da individuação? Aqueles que não se diferenciam permanecem obscuramente envolvidos numa trama de projeções, confundem-se, fusionam-se com outros e deste modo são levados a agir em desacordo consigo, com o plano básico inato de seu próprio ser. E é este “desacordo consigo mesmo que constitui fundamentalmente o estado neurótico”. Prossegue Jung: “A libertação deste estado só sobreviverá quando se pode existir e agir de conformidade com aquilo que é sentido como sendo a própria verdadeira natureza”. Este sentimento será de início nebuloso e incerto mas, à medida que evolui o processo de individuação, fortalece-se e afirma-se claramente. Então o homem poderá dizer, ainda que em meio a dificuldades externas e internas, ainda reconhecendo que nenhuma carga é tão pesada quanto suportar a si mesmo: “Tal como sou assim eu ajo”.
Retirado de JUNG VIDA E OBRA – NISE DA SILVEIRA
Mulher!
Mulher!
Tu és divindade encarnada.
Inspiração no meu mundo.
Beleza radiante envolvendo meus sentidos.
Toque sereno que me cura instantaneamente.
Alegria contagiante que me anima.
Amizade querida de todos os dias.
Amor arrebatador que me transforma!
OM SHRI LALITAMBIKAYAI NAMAHA!!!
Compreendo que Amar é o aprendizado mais profundo e duradouro nessa existência.
Compreendo que Amar é o aprendizado mais profundo e duradouro nessa existência.
Pois exige dedicação constante para atingirmos o Amor incondicional.
Acredito que para atingir esse objetivo necessito estar atento, focado.
Árdua tarefa, pois vivemos distraídos ou descontraídos com as superficialidades que nos são oferecidas todos os dias.
Dessa forma, nos mantemos alienados de si mesmos, vivendo uma espécie de transe, ou ilusão.
Isso quer dizer que construímos realidades limitadas e limitantes que nos enclausuram, nos aprisionam.
Nos reduzindo a meia dúzias de opções, escolhas que mal conseguimos perceber, pois estamos cegados.
Vivemos envolvidos pelo que os outros dizem que é verdade, bem como a realidade pré fabricada.
Assim se torna desnecessário a introspecção, pois o mundo, as coisas, os seres vivos, nos são apresentados formatados.
Definições que enclausuram a mente, transformando o mental em simples racionalidade operante.
Sistemas de pensamento reducionistas, deterministas, entre outros que tentam nos aprisionar.
Me dedicando ao aprendizado, e experienciando diferentes formas de Amar tenho realizado transformações.
Observando os sentimentos, emoções e pensamentos que crio e emano para o mundo.
Focado naquilo que está surgindo internamente, e o como estou desvelando a realidade.
Aprendendo a Amar em níveis mais profundos, muito além dos meus desejos, exercito o desapego.
Sem ele não saio do lugar, pois posso perfeitamente me manter escravizado por alguma emoção, sentimentos ou pensamento.
Reduzindo o infinito de possibilidades naquilo que deixei se enraizar em mim.
E mesmo sabendo disso percebo que tenho um longo caminho a percorrer, pois a viagem não tem fim.
Ou melhor, o fim é a própria viagem, neste caso viver, buscar estar atento e focado no Amor incondicional.
Exercito a paciência, pois cada ser vivente viaja no seu tempo e espaço.
Por isso seria leviano acreditar que Amar pode ser definido de alguma forma.
São apenas múltiplas expressões do que chamamos Amar, mas em si Amar é indefinível.
Mesmo porque, hoje, Amar é diferente do que foi ontem e certamente não será igual a amanhã.
Então, Amar pode ser um movimento no qual nos lançamos no mundo em busca de si mesmos.
Nessa busca compartilhamos infinitas experiências com outros seres vivos.
Daí compreendo que o Amor nunca estará pronto, finalizado, pois Amar é esse processo de autodescoberta.
Om Gam Ganapataye Namah!
Violência, estupidez e a insensatez humana!
Cada momento vivido é uma busca por superação.
Superação daquilo que está posto, sendo dominante nos comportamentos expressados por mim.
Contemplando a mim mesmo percebendo o quanto sou insensato em certas condições.
Cada vez que observo no outro um comportamento desse tipo, encontro um correspondente em mim.
Olhando para trás poderia escrever um livro imenso sobre toda estupidez emanada por mim.
Violências de todos os tipos, sejam elas físicas ou simbólicas, pois os condicionamentos se enraizam em todos nós.
Irrefletidamente “vomitamos” aquilo que consideramos certo, verdadeiro, nosso mundo interior.
Certamente que se nos atentássemos para aquilo que estamos expressando poderíamos escolher outros caminhos.
Caminhos menos dolorosos, apreciaríamos a compaixão como uma meta e não simplesmente como um jargão.
Olharíamos para si mesmos e para os outros com uma atitude de abertura e receptividade.
Muito além dos julgamentos que constantemente nos limitam, nos escravizam.
Confesso que brincar com as palavras e redigir este texto é uma forma de compartilhar minhas inquietações.
E sei que muitos leitores irão se identificar com essas palavras e comportamentos.
Bem como uma profunda necessidade de se transformar, renovar, renascer.
Construir aceitações sobre si mesmo e os outros, árduo exercício cotidiano.
Ter como meta compreender aquilo que está nas entranhas, o que está regendo nossas escolhas.
Sejam elas irrefletidas ou não, pois assim podemos pelo menos conhecer nossas motivações.
Motivações que na maioria das vezes são efêmeras e supérfluas, coisas do Ego.
O melhor de tudo é “confessar” para o mundo os nossos mais absurdos segredos.
Assim, pelo menos dissipo essa energia que desejo não mais retesar.
Dessa forma busco criar novas possibilidades de expressões nas quais sou mais pacífico e menos violento.
Em certos momentos a energia contida se transforma numa arma que acaba ferindo.
Portanto para evitar ferimentos mais profundos tenho aprendido a lidar com essa energia.
Cada dia aprendo uma lição, e cada momento é uma oportunidade de superação.
O desafio é manter-se alerta para evitar a alienação e conseguir realizar escolhas adequadas.
No dia-a-dia aprendo que viver é uma lição constante em busca de harmonia, paz e amor.
Agradeço de coração todos aqueles que compartilham comigo essa viagem.
Om Gam Ganapataye Namaha!
en-AMOR-rado, en-AMOR-ado, en-AMOR-ado…
Amar, amar, amar…
Amo, amo, amo…
Amando, amando, amando…
Amorico, amorico, amorico…
Amável, amável, amável…
en-AMOR-rado, en-AMOR-ado, en-AMOR-ado…
n-AMOR-rada, n-AMOR-ada, n-AMOR-ada…
Amada, amada, amada…
Don’t worry Be Happy! Sure, we can!
Mais de 680 instituições de ensino superior são ‘reprovadas’ pelo MEC; veja lista
Mais de 680 instituições são ‘reprovadas’ pelo MEC; veja lista
ANDRÉ MONTEIRO
FÁBIO TAKAHASHI
DE SÃO PAULO
Mais de 680 instituições de ensino superior foram “reprovadas” pelo Ministério da Educação, segundo dados divulgados nesta quinta-feira no “Diário Oficial da União”.
Consulte o IGC de todas as instituições
Bergamo: MEC pode suspender 30 instituições por nota baixa
O MEC publicou hoje o IGC (Índice Geral de Cursos), indicador que leva em conta a nota dos alunos no Enade (exame federal) e outros indicadores como infraestrutura e qualidade do corpo docente.
O índice tem notas que vão de 1 a 5, e são consideradas insatisfatórias as médias 1 e 2. Foram avaliadas 2.176 universidades, faculdades e centros universitários.
As 683 instituições com notas baixas vão passar por supervisão do governo federal e podem ser alvo de medidas que vão do arquivamento de pedidos de abertura de novos cursos até o descredenciamento.
Por outro lado, as 158 instituições bem avaliadas (IGC 4 ou 5) que têm algum pedido de abertura de novos cursos em tramitação no MEC poderão ter autorização automática, sem necessidade de visitas.
As medidas oficias serão anunciadas na tarde desta quinta-feira pelo ministro da Educação, Fernando Haddad.
Também foi publicado no “Diário Oficial da União” a listagem dos 422,8 mil cursos avaliados pelo Enade 2010. A cada um foi atribuído um CPC (Conceito Preliminar de Curso), que leva em conta, além do Enade, indicadores como a titulação dos professores. Os resultados 1 e 2 são considerados insatisfatórios, o 3 razoável e o 4 e o 5 bons.
Em 2010 foram avaliados os bacharelados em agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social, terapia ocupacional e zootecnia, e os cursos superiores de tecnologia em agroindústria, agronegócios, gestão ambiental, gestão hospitalar e radiologia.
VEJA A LISTA DE ESCOLAS COM NOTAS 1 E 2
Dispoível em: http://www1.folha.uol.com.br/saber/1007973-mais-de-680-instituicoes-sao-reprovadas-pelo-mec-veja-lista.shtml
Contemplo as nuvens negras no céu!
Contemplo as nuvens negras no céu!
São como pensamentos negativos, estão carregadas de energia.
Em cada respiração contemplo a imensidão do viver.
Sou eu mesmo quem projeto nas nuvens o negativo.
Tal como quando me situo na positividade.
Hoje percebo que encarno ambas possibilidades.
Também compreendo que não sou nem uma, nem outra, quer dizer nenhuma delas, apenas encarno-as.
Sinto meu coração pulsando, vibrando em diferentes frequências.
Vivo, vivo, vivo!
Em certas condições o arrebatamento se da pelos sentidos.
Momento no qual o universo revela todo seu esplendor.
Me perco e me encontro num único instante, paradoxal, transcendental!
Uma espécie de colapso mental no qual o espanto e o estranhamento refletem a primazia do absoluto.
Regresso ao ponto zero, de onde tudo se origina, nossa casa, verdadeira morada do Ser.
Cada vez mais vivencio essa condição, sucessivamente.
Me sinto envolvido pelo esplendor daquilo que estou realizando, contemplando.
Os sentidos captando e emanando o divino poder criativo, receptivo.
Divino, pois expressa o humano na sua plenitude.
Ou tudo isso é apenas mais uma espécie de insanidade?
Viva a vida, viva a morte!
Om Namah Shivaia!
Conquistas!
Conquistas!
As maiores conquistas não são objetos, ou desejos do Ego.
Elas acontecem apartir da compreensão de que há sempre algo a mais, um passo adiante a ser dado.
Pois aquele que desvela o que está oculto nas profundezas do ser encontra a sabedoria, a aceitação, a paz.
Exercitando o desapego conquistamos a liberdade irrestrita, o infinito potencial criativo que habita em nós.
Conquistando a liberdade irrrestrita os medos se desfazem, tal como nuvens quando descarregam chuvas.
Assim vivenciamos o “Amor acima de tudo”, aquilo que nos move rumo ao outro.
Libertando o corpo das amarras originadas de uma limitada percepção sobre o Ser.
Morrendo e renascendo em cada escolha.
Experienciando os sentidos como um êxtase divino, alimento para o corpo e a alma.
Criando a possibilidade de vivenciar a plenitude de cada momento, instante vivido.
Contemplando o presente, sempre presente, aqui e agora!
Exercício continuo para manter o foco e a atenção naquilo que é essencial, a respiração!
Om Namah Shivaia!!!
O que meus olhos enxergam!
O que meus olhos enxergam!
Hoje, mais do que nunca enxergam as belezas do viver.
Os detalhes que outrora passaram despercebidos.
Feliz aquele que enxerga além do que os olhos podem ver ou olhar.
Penetrando além das aparências do mundo visível.
Acessa outras dimensões, invisíveis, nas quais os sentidos não podem captar.
Vivencia o insondável e os mistérios da criação.
Contempla o viver como um presente divino!
Om Namah Shivaia!
Percepções!
Percepções!
Está diante de nós, universo se revelando.
Encantamento como uma escolha para as percepções.
Desencantamento quando a mente julga essas percepções.
Contemplo os sentidos revelando o mundo que me cerca.
Eu e o mundo, somos um só, unidos, interconectados, fusionados.
Om Namah Shivaia!
Beija-Beija!
Beija-Beija!
Amor
Beija
Abraça
Afaga
Acalenta
Entrega
Encontro
Amizade
Paixão
Emoção
Devoção
Gratidão
Don’t Worry Be Happy!
Reconhecimento!!!
Reconhecimento!
Agora que te reconheço o viver se transformou.
O que estou sendo hoje é resultado de um encontro comigo mesmo.
Não o Ego e seus desejos insaciáveis, mas sim outras dimensões da existência e do Ser.
Sendo, aqui e agora contemplo aquilo que emana das minhas entranhas.
Um infinito de possibilidades que se materializam num único ponto, num único instante.
Momento no qual a criação se manifesta, o Ser se desdobrando para fora de si mesmo.
Um desabrochar daquilo que está pulsando, se originando, emanando, constituindo múltiplas formas.
Em cada movimento de respiração um encontro íntimo com o Ser.
Se atento, focado, o encontro se perpetua, permanece, distraído tudo se desfaz, nos alienamos de si mesmos.
A ignorância é uma benção para aqueles que nela estão mergulhados.
Mas aqueles que conseguem respirar livremente, ou pelo menos experimentar por instantes essa liberdade o universo se transforma.
Nesse contexto ignorar passa a ser um ato, uma escolha consciente e não mais autômata.
Daí um novo universo se constitui, a existência toma outros rumos, visualizando outros horizontes.
O ser se reconfigura podendo se abrir para novas experiências.
Reconhecimento a multiplicidade/diversidade na unidade/unicidade, convergindo o um para o todo e vice-versa.
Experiência transcendental que a mente não pode explicar, nem decifrar, apenas vivenciar.
Tal como todos os sentidos que são limitados em determinadas circunstâncias.
Então, basta respirar, pois respirando vivemos, permanecemos encarnados.
E respirando conscientemente podemos viver despertos, atentos, focados naquilo que é fundamental.
Experimente mergulhar em si, encontre e emane o que é fundamental.
Om Namah Shivaia!
Múltiplos pontos de vistas!
Múltiplos pontos de vistas!
Onde você vê confusão, eu vejo emoção.
Você vê destruição, eu vejo criação.
Você vê separação, eu vejo união.
Você vê tristeza, eu vejo alegria.
Você vê contradição, eu vejo resolução.
Você vê divergência, eu vejo convergência.
Você vê imperfeição, eu vejo perfeição.
Você não vê nada, eu vejo tudo!
Vamos inverter?
Tanto faz, pois ambos coexistem.
Múltiplos pontos de vistas que se completam!
Om Namah Shivaia!
Aprendendo com o silêncio!!!
Aprendendo com o silêncio!!!
Em certas circunstâncias a melhor escolha é contemplar os acontecimentos em silêncio.
Apenas observar o movimento da respiração, “escutar” cuidadosamente aquilo que estamos sentindo e percebendo.
Não há o que fazer quando e mente entra em confronto consigo mesma, apenas observar.
Quando beiramos o colapso mental um infinito potencial, tanto criativo como dissolutivo nos envolve.
Nas turbulências causadas pela crença de que a mente está nos direcionando para o caos podemos nos renovar.
Se abrir para um novo mundo no qual nossas escolhas e comportamentos se transformam.
Não há momento mais fértil em nossas vidas do que quando a mente colapsa criando paradoxos irresolúveis.
Inquietações de todos os tipos vão surgindo, bem como dualidades aparentemente inconciliáveis.
Diante de tanto espanto, ainda sim temos que realizar escolhas, seja quais forem.
Escolhas que podem nos proporcionar um novo ponto de vista sobre si mesmo, ou nos tornar mais limitados, ignorantes.
Se optarmos pela abertura, pelo desafio, podemos superar as limitações que surgem constantemente em nossas vidas.
Mergulhando nas entranhas, num profundo encontro com o ser e o Ser.
Buscamos luz, ou mesmo focalizar aquilo que outrora estava na mira, mas que por um descuido se perdeu na mente atordoada.
Nos perdemos facilmente, pois andamos distraídos, raramente temos foco naquilo que fazemos.
Ou quando temos algum foco logo ele se vai com as percepções ambíguas, os “achismos” da mente que mente.
Até aí tudo normal, pois aprendi que é “assim mesmo”, dualidades e ambiguidades são estruturais no humano.
Fácil é se distrair e se perder nos labirintos mentais, difícil é manter atenção e foco constantemente.
Mas a prática da meditação pode inverter essas polaridades, pois ambas se completam mutuamente.
Portanto a única escolha possível é buscar focalizar e superar as limitações que vão surgindo nos entremeios.
Aprendo observando a mim mesmo e aos outros, pois os sintomas são sempre os mesmos, seja quem for.
Soaria determinista afirmar categoricamente essa cegueira que nos acomete constantemente.
Por isso também aprendi a contemplar a mente, os sentimentos e as percepções como um mero espectador.
Me desapegando de toda e qualquer manifestação e ou determinismos que eu possa expressar.
Acima de tudo quando as inconsistências mentais surgem procuro sentar e prestar atenção na respiração.
Dessa forma tudo se desfaz e novamente encontro o foco, ou melhor, visualizo minhas escolhas primordiais.
Tenho aprendido com as pessoas que encontro por essa maravilhosa jornada chamada vida.
Procuro compartilhar experiências e isso acontece em diversos níveis.
Convergir para um único ponto e finalmente transcendê-lo, esse é o objetivo.
Tarefa árdua para realizar sozinho, mais difícil ainda é fazer isso a dois e quase impossível no coletivo.
Sigo feliz por ter muitos exemplos de como não fazer, pois diante de tanta inconsistência jamais encontrei algo definitivo.
Definitivo nem mesmo o cosmos que vive morrendo e renascendo.
Só meditando e orando para poder suportar e suplantar tanta ignorância!
Om Gam Ganapataye Namaha!
O que tenho aprendido com as limitações que tenho vivido!
Engraçado, mas não há ganhos sem perdas e vice-versa.
Observar e aprender sobre essa constante dinâmica pode nos proporcionar infinitas experiências cotidianas.
Dessa forma tenho contemplado aquilo que expresso em minhas escolhas.
Em cada uma delas há um infinito potencial transformador, mas por vezes fico limitado em determinadas situações.
Pois construo uma realidade centrada não na abertura, mas sim no fechamento.
Fechamento em mim mesmo, naquilo que acredito ser verdade.
Desse ponto de vista me limito em certos contextos.
Mas em outros momentos me abro para o diferente, para a diversidade do mundo.
Daí encontro uma vastidão diante de mim, e como já estou habituado a abertura não me assusto.
Me surpreendo comigo mesmo e com os seres vivos que estão ao meu redor, pois assim aprendo com eles.
Compartilho experiências em diversos níveis e contextos.
Isso tem sido uma verdadeira educação do ser.
Pois sendo, de preferência em comunhão, as experiências cotidianas se tornam muito mais intensas.
Quando encontramos uma sintonia em comum com outros seres nosso potencial transformador se amplia.
Criamos o poder de amplificar nossas ações, alcançando resultados que sozinhos não seriam possíveis.
Portanto o coletivo é dimensão na qual as individualidades não se anulam, mas sim se multiplicam, se intensificam.
E as limitações individuais tendem a se minimizar em função do poder contido na coletividade.
Nessa perspectiva tenho superado as limitações que tenho vivenciado, acima de tudo no coletivo.
Convivendo com pessoas que aceitam a troca, o escambo, olhando para o outro não como um adversário, mas sim parceiro.
Construindo diferentes formas de inter-relacionamentos nos quais a empatia é o guia.
Aprendi que não são os “laços de sangue”, ou melhor, os familiares que são nossos “melhores amigos”.
Pois muitos deles sequer nos encaram com empatia, simpatia ou compaixão.
Em certos momentos os “parentes” se tornam estranhos, destituídos do sentido de coletividade.
E o mais interessante é encontrar nas pessoas que nos são “estranhas” a abertura que os “conhecidos” não expressam.
Uma verdadeira inversão dos sentidos e do que estamos acostumados a acreditar.
Sim, pessoas “estranhas” que encontro todos os dias me ensinam a viver, me proporcionando a percepção do diferente.
Não necessariamente divergente, mas sim com possibilidades de convergências expressando criatividade.
Compreendo que o encontro com o outro é um momento no qual podemos nos transformar e transcender a si mesmos.
Superando as limitações momentâneas e construindo novas possibilidades existenciais.
Agradeço as pessoas com quem tenho compartilhado experiências singulares, inauditas.
Om Gam Ganapataye Namaha!
TRABALHADOR CORROMPE? PROFESSOR CORROMPE? QUEM CORROMPE?
TRABALHADOR CORROMPE? PROFESSOR CORROMPE? QUEM CORROMPE?
Laerte Braga
Há dias o País tem assistido a um esforço desesperado de velhos golpistas (torturadores, estupradores, assassinos de 1964), aliados a grandes empresários, banqueiros e latifundiários, para mobilizar os brasileiros contra a corrupção.
Tentam convocar uma nova marcha da família com Deus pela liberdade arvorados em uma condição de salvadores da pátria, do mesmo jeito que fizeram em 1964 sob o comando do embaixador Lincoln Gordon dos EUA e do general Vernon Walthers, ex-diretor da CIA (o governo dos EUA, em 1964 designou um comandante militar para as forças golpistas que entre outras coisas era amigo pessoal de Castelo Branco e falava português).
Apoiados pela grande mídia, a mídia privada, GLOBO à frente, tecem as mentiras de sempre, criam as ilusões que sempre criaram e tentam reduzir a corrupção a deputados, governadores, senadores, prefeitos, até presidente da República.
Dilma repete o malabarismo de Lula, uma no cravo outra na ferradura. O diapasão desse concerto petista é a bolsa família e 45% das receitas orçamentárias para pagar juros da dívida junto a bancos privados.
A diferença entre Dilma e Lula é que a presidente não consegue se equilibrar sobre o fio tênue do “capitalismo a brasileira” que o ex-presidente inventou. É menor que o cargo e ainda carrega consigo alma de tecnocrata. Ou seja, o que vale são os números não o ser humano. Na cabeça dessa gente numa tragédia, digamos assim, se a primeira impressão é que morreram dez quando poderiam ter morrido vinte, houve lucro, deixaram de morrer outros dez. Enxergam o mundo desse jeito.
No sete de setembro a GLOBO editou as matérias sobre o Grito dos Excluídos e a marcha das elites paulistas que tentam espalhar pelo Brasil, jogando tudo no ar como se fosse protesto contra a corrupção. Canalhice bem ao estilo da rede.
Nasceu com a ditadura, apoiou a ditadura e é instrumento de interesses estrangeiros, de banqueiros, grandes empresários e latifundiários.
Trabalhador e professor, por exemplo, não corrompem ninguém. São ludibriados por políticos corrompidos por banqueiros, grandes empresários e latifundiários. Veja o caso de Minas. Quando governador do estado o ex-presidente Itamar Franco anulou um acordo feito pelo seu antecessor, Eduardo Azeredo – corrupto de carteirinha – que entregava a CEMIG a grupos estrangeiros. Aécio, agora, no final de seu governo refez o acordo e entregou a CEMIG.
A mídia disse alguma coisa? Nada. Está no bolso. É venal. E o povo, o trabalhador, os professores mineiros nas mãos de uma aberração política o tal Antônio Anastasia, valet de chambre de toda essa gente, está como? Mas Aécio comprou um apartamento de um milhão de reais no Rio de Janeiro.
Segundo outra aberração, Cid Gomes, “professor tem que dar aula por amor, se acha o salários baixo que procure outra profissão”. Sogra não. O dito leva para Paris em vôo pago pelos cofres públicos.
O esquema de financiamento de campanhas políticas no Brasil permite que empresas, bancos e latifundiários comprem lotes de candidatos em todos os partidos com representação na Câmara ou no Senado através de doações. Tornam-se proprietários lato senso desses deputados, senadores, de governadores, prefeitos, vereadores, atingem o Judiciário e permeiam o Executivo.
Mas e daí?
O xis da questão não está em reformas políticas ou outras, na tentativa de construir painéis coloridos de ilusão e manter uma realidade podre como querem os que se voltam apenas contra os políticos no caso da corrupção.
E quem corrompe? Para que exista um corrupto é necessário que exista um corruptor.
A corrupção está intrinsecamente ligada ao modelo político e econômico vigente. A reforma política tira José Sarney de cena e coloca na cadeia? Não. Sarney serviu a ditadura militar com subserviência e de quatro durante todo o período do regime, da mesma forma que descaradamente emergiu – com a morte de Tancredo – como guia e condutor do processo de reconstrução democrática.
E o povo? A participação popular? Não tivemos uma assembléia nacional constituinte, mas um congresso constituinte e tutelado pelos militares que, entre outras coisas, não permitiram, como tem criado toda a sorte de obstáculos para que sejam revelados os documentos que mostrem a covardia diária dos golpistas/torturadores enquanto durou o regime.
Na passeata contra a corrupção em São Paulo estava um desses generais, eram visíveis bandeiras dos Estados Unidos.
Não foi por outra razão que o pensador e parlamentar inglês Samuel Johnson afirmou que “o patriotismo é o último refúgio dos canalhas”.
O que querem? Mudar os políticos? É só olhar os antigos colaboradores do regime militar, vivos e fortes aí, exercendo mandatos e se afirmando democratas.
O que essa gente pretende é simples. Antônio Ermírio de Moraes compra dez tênis adidas a vista produzidos com trabalho escravo em países asiáticos, inclusive a China e o trabalhador compra um pagando em dez prestações para se sentir num dado momento como Ermírio de Moraes, na ilusão que vivemos numa democracia. O espetáculo, a “sociedade do espetáculo”.
Ermírio de Moraes está destruindo o Espírito Santo – o meio ambiente – com suas empresas, o tal progresso, adoecendo um povo, com aplausos de um ex-governador corrupto e assassino, Paulo Hartung, que de fato continua no covil do governo (chamam de palácio), onde um contínuo chamado Renato Casagrande faz de conta que governa.
Por trás da tal campanha existe a sórdida mentira capitalista, pela simples razão que os corruptos são corrompidos por eles. Não querem pagar impostos, não querem conquistas e direitos dos trabalhadores, não querem que o progresso seja algo comum a todos e sim privilégio deles. Querem professor dando aula por amor.
Quando se concede benefícios fiscais e tributários a uma grande empresa o custo dessa concessão é pago pelos trabalhadores, pelos pequenos empresários, pelo dinheiro que falta na saúde, na educação. É o caso da COCA COLA que financia parte dessa campanha. Ocupa terras públicas, através de uma empresa chamada CUTRALE, vende a idéia de progresso, geração de empregos, compra deputados, senadores, juízes, etc para manter as terras que repito são públicas e imputa-se a culpa aos trabalhadores rurais sem terra, aos pequenos produtores rurais.
E infestam a mesa do brasileiro de veneno como mostra um excelente documentário do notável Sílvio Tendler sobre agrotóxicos e coisas que tais. O veneno que comemos todos os dias produzido pelos compradores de deputados, senadores. juízes e que agora protestam contra a corrupção, biombo para disfarçar seus verdadeiros interesses.
Se fosse para valer não haveria um banqueiro solto. Estariam todos presos. Nem um grande empresário, ou latifundiário que até hoje se vale de trabalho escravo.
Por mais irônico que possa parecer, ou trágico, os que protestam contra a corrupção e tentam transformar a corrupção em único mal do Brasil são os que corrompem. E a meia dúzia de inocentes a acreditar nesse tipo de marginal.
O institucional está falido. O modelo está corrompido por essa gente. O palco da luta é outro, é dos trabalhadores e é nas ruas contra a farsa de campanhas como essa.
São velhos gatunos tentando fazer ressurgir o golpismo que é parte da genética desse tipo de gente.
Deputados, senadores e juízes corruptos, governadores, são apenas figuras execráveis e compradas que carregam em seus balaios.
Trabalhador não corrompe ninguém. Professor, que é trabalhador, não corrompe ninguém.
Quem corrompe são banqueiros, grandes empresários e latifundiários.
É simples entender isso. A corrupção é parte inseparável do modelo político e econômico que temos.
Jogar por terra toda essa estrutura podre e construir um Brasil livre e soberano, sem essa gente, aí sim, essa é a luta real dos brasileiros.
Não há corrupto sem corruptor.
E por longo que fique, uma breve e real historinha. Nos idos de 2002 a GLOBO estava enfrentando sérias dificuldades de caixa. A GLOBOPAR estava levando o dinheiro da empresa. Tentaram 250 milhões de dólares junto a FHC e como o ex-presidente estivesse demorando muito a liberar o dinheiro, lançaram, inventaram, a candidatura Roseana Sarney à presidência. Chamaram o IBOPE e suas pesquisas prontas para atender o interesse do cliente, levaram Roseana às alturas e aí FHC chamou a turma na conversa.
O capital da GLOBOPAR era o seguinte – 90% da GLOBO, 5% do BNDES e 5% da MICROSOFT. Convocaram uma assembléia geral para aumento de capital de um jeito que esse aumento implicasse nos 250 milhões de dólares e aprovação da emenda constitucional que passava a permitir a presença de capital estrangeiro no setor de telecomunicações. A GLOBO não entrou com sua parte, lógico, estava inclusive ameaçada de falência, havia credores externos apertando os Marinhos, a MICROSOFT que já sabia da mutreta correu fora e o BNDES entrou com a sua parte, dinheiro dos brasileiros. O Congresso aprovou a emenda, o grupo MURDOCH comprou parte da GLOBOPAR. Na semana seguinte a Polícia Federal de FHC estourou o escritório do marido de Roseana achando um milhão de reais ilegais doados para a campanha. Tudo pronto, ficou acertado o apoio da rede a candidatura de Serra. O furo foi exclusivo da GLOBO.
E a GLOBO está na campanha contra a corrupção. Dá para entender os verdadeiros motivos desses bandidos?
A luta é outra. É contra bandidos compradores e comprados. Se bobear essa gente revoga a Lei Áurea e amplia os limites da escravidão contra todos os trabalhadores. Na prática, vão fazendo isso nessa mistura de populismo com capitalismo e campanhas imorais e amorais como essa. Jogo de cena de bandidos para vender imagem de santos.
Salto quântico – transformações!
Salto quântico – 12 de setembro – dia memorável – retornando para o sistema de ensino superior público, desta vez não como aluno, mas como docente/orientador!
: -)
bye bye pindaibaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Om Gam Ganapataye namaha!
Experiencing the Goddess as the Phases of One’s Own Awareness: An Introduction to the Kashmirian Krama through the writings of Śrī Nāga
…Nāga reveals that True Self-Recognition is gained not through laborious effort
and hope for a better future, but in a sudden surge of Divine Nectar that can and
will flood through us here and now, in this body, through these senses, through
these thoughts, when we stop controlling the mind and learn to melt into its
source, which lies behind, beyond, and inside of it. Nāga inspires us to truly
‘Delight in our own Awareness,’ and to thus experience the timeless dissolution
of all separation, pain, and suffering.
retirado de: http://www.shaivayoga.com/Writings_files/Krama_Introduction.pdf
Nunca, jamais o ódio e o rancor serão capazes de destituir o Amor!
Nunca, jamais o ódio e o rancor serão capazes de destituir o Amor!
Pois amar é reconhecer a si mesmo no outro.
E só reconhecemos a si mesmo quando nos desfazemos de nosso ego.
Desfazer o ego necessita atenção e contemplação sobre si mesmo para poder exercer o desapego.
Quem se aventura rumo as entranhas do Ser é capaz de perceber as sutilizas de ser!
E só aquele que mergulha profundamente em si mesmo, ou melhor, no ser, reconhece que amar e odiar são apenas duas formas de se expressar.
Escolha a sua!
Om Gam Ganapataye Namaha!
















