Don't Worry Be Happy!!!

Eu por eu mesmo

Quando não suporto mais a mim mesmo, me entrego ao vento!

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Quando não suporto mais a mim mesmo, me entrego ao vento.

Deito e mergulho nas entranhas do ser.

Contemplo aquilo que se tornou um fardo, um peso excessivo, o karma.

Ou, mesmo aquilo que se configura como um prazer, tanto faz, nem sei mais quem sou eu.

Não me importo mais como me importava anteriormente, vivo intensamente, tem bastado.

Respiro, respiro, respiro, respiro, respiro!

Respirando, compreendo que estou sendo, eterno movimento do vir-a-ser, nunca acabado.

Deixo os pensamentos fluírem para onde desejarem, seguem livres, pois não me pertencem.

Nem o corpo que habito me pertence, nem os sentimentos ou emoções, nada, tudo é emprestado.

Infinitas configurações que o universo doa momentaneamente se constituindo como eu, provisoriamente.

Singularidades convergentes e divergentes, uma partícula num infinito espaço sideral.

Tudo se dissolve, seja o que for, nada resiste eternamente.

Roda, roda, roda, gira, gira, gira-mundo.

Vento soprando, me carregando para longe de mim mesmo, cada vez mais perto de ti, o insondável, inaudito.

 

Om Namah Shivaia!!!


Queria dizer o que penso, mas bastou viver.

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Olhando nos seus olhos, vi os meus em ti.

Na sua pele me senti vivo, intenso.

Queria dizer o que penso, mas bastou viver.

Prefiro sublimar um desejo do que destruir o Amor.

Te abraço ao invés de te rejeitar.

Lhe acolho como um ato de compaixão.

E nos teus braços descanso em paz.

Crente de que é melhor viver junto do que apartado.

Exercitando pacientemente a devoção por ti.

Me desvencilho daquilo que me limita, eu mesmo.

Contemplando sua presença me envolvendo por completo.

Eu, tu, nós, gratidão!

Amar acima de tudo!

Om Namah Shivaia!!!


Recentemente compreendi, vivendo, que as escolhas são direções que tomamos.

Viver tem sido uma viagem ao desconhecido!

Cada experiência vivida é um aprendizado.

Recentemente compreendi, vivendo, que as escolhas são direções que tomamos.

Caminhos que percorremos, muitas vezes sem saber para onde estamos indo.

Pois, em geral, vivemos alienados, distraídos, entretidos por qualquer motivo.

Infinitas motivações que nos levam a escolher sem o mínimo discernimento.

Mas pra que saber? “Deixa vida me levar, vida leva eu”, assim vamos.

Idas e vindas, entretidos com os sentidos, as emoções e a fértil imaginação.

No entanto, quando nos deparamos com nossa finitude, o desespero pode surgir.

Só quando nos aproximamos da morte, dialogamos com ela intimamente, podemos suplantar tal condição.

Reconhecemos que a vida é uma dádiva, um presente sendo vivido aqui e agora, presente.

Compreendemos que viver é o grande objetivo da vida, mas viver como?

Para mim, na “certeza” de que cada escolha seja única, momento no qual realizo algo que transcende a mim mesmo.

Me conforta, pensar, sentir, intuir, o ser como expressão divina.

Exercício de introspecção para que a alienação de lugar a conscientização, dualidades que se revezam.

Nesse processo, algo surpreendente se revela, estou vivo, pulsando, respirando!

Simples assim, por isso evitar desperdícios e manter-se vivo por inteiro.

Material, emocional, mental, espiritual, ambiental, seja como for.

Se doando para o universo, tal como dele somos receptores.

 

Om Gam Ganapataye Namaha!


Nem um, nem outro, tudo-nada, amor-ódio, cheio-vázio, bonito-feio, gostoso-ruim, etc…

Sou um canal no qual perpassam infinitas forças do universo.

O corpo é como um vulcão em erupção.

A mente que mente, sintonizando diferentes frequências.

Admiro o corpo e a mente em suas múltiplas manifestações.

Tudo que emana de mim, a mim não pertence.

Sou apenas um momento cósmico sendo manifestado, tal como infinitos outros.

Portanto, cabe a mim, contemplar a criação e o criador que sou.

O limite é aquilo que definimos como tal.

Se não possuo limites para criar, posso simplesmente ser.

Sem definições, conceituações, limitações quaisquer.

Mas estando encarnado num corpo físico, o infinito se materializa numa estrutura viva.

Por isso respiro, para suplantar toda e qualquer limitação.

Retornando ao incondicionado, ou melhor, suplantando dualidades.

Transformações sucessivas, impermanente e permanente.

Nem um, nem outro, tudo-nada, cheio-vazio, bonito-feio, gostoso-ruim, etc…

Criações, manutenções e dissoluções.

Respirando, respirando, respirando…

Aprendendo a AMAR incondicionalmente!

Om Gam Ganapataye Namaha!


Mulher!

Mulher!

Tu és divindade encarnada.

Inspiração no meu mundo.

Beleza radiante envolvendo meus sentidos.

Toque sereno que me cura instantaneamente.

Alegria contagiante que me anima.

Amizade querida de todos os dias.

Amor arrebatador que me transforma!

OM SHRI LALITAMBIKAYAI NAMAHA!!!


Compreendo que Amar é o aprendizado mais profundo e duradouro nessa existência.

Compreendo que Amar é o aprendizado mais profundo e duradouro nessa existência.
Pois exige dedicação constante para atingirmos o Amor incondicional.
Acredito que para atingir esse objetivo necessito estar atento, focado.
Árdua tarefa, pois vivemos distraídos ou descontraídos com as superficialidades que nos são oferecidas todos os dias.
Dessa forma, nos mantemos alienados de si mesmos, vivendo uma espécie de transe, ou ilusão.
Isso quer dizer que construímos realidades limitadas e limitantes que nos enclausuram, nos aprisionam.
Nos reduzindo a meia dúzias de opções, escolhas que mal conseguimos perceber, pois estamos cegados.
Vivemos envolvidos pelo que os outros dizem que é verdade, bem como a realidade pré fabricada.
Assim se torna desnecessário a introspecção, pois o mundo, as coisas, os seres vivos, nos são apresentados formatados.
Definições que enclausuram a mente, transformando o mental em simples racionalidade operante.
Sistemas de pensamento reducionistas, deterministas, entre outros que tentam nos aprisionar.
Me dedicando ao aprendizado, e experienciando diferentes formas de Amar tenho realizado transformações.
Observando os sentimentos, emoções e pensamentos que crio e emano para o mundo.
Focado naquilo que está surgindo internamente, e o como estou desvelando a realidade.
 Aprendendo a Amar em níveis mais profundos, muito além dos meus desejos, exercito o desapego.
Sem ele não saio do lugar, pois posso perfeitamente me manter escravizado por alguma emoção, sentimentos ou pensamento.
Reduzindo o infinito de possibilidades naquilo que deixei se enraizar em mim.
E mesmo sabendo disso percebo que tenho um longo caminho a percorrer, pois a viagem não tem fim.
Ou melhor, o fim é a própria viagem, neste caso viver, buscar estar atento e focado no Amor incondicional.
Exercito a paciência, pois cada ser vivente viaja no seu tempo e espaço.
Por isso seria leviano acreditar que Amar pode ser definido de alguma forma.
São apenas múltiplas expressões do que chamamos Amar, mas em si Amar é indefinível.
Mesmo porque, hoje, Amar é diferente do que foi ontem e certamente não será igual a amanhã.
Então, Amar pode ser um movimento no qual nos lançamos no mundo em busca de si mesmos.
Nessa busca compartilhamos infinitas experiências com outros seres vivos.
Daí compreendo que o Amor nunca estará pronto, finalizado, pois Amar é esse processo de autodescoberta.
Om Gam Ganapataye Namah!

Violência, estupidez e a insensatez humana!

Cada momento vivido é uma busca por superação.

Superação daquilo que está posto, sendo dominante nos comportamentos expressados por mim.

Contemplando a mim mesmo percebendo o quanto sou insensato em certas condições.

Cada vez que observo no outro um comportamento desse tipo, encontro um correspondente em mim.

Olhando para trás poderia escrever um livro imenso sobre toda estupidez emanada por mim.

Violências de todos os tipos, sejam elas físicas ou simbólicas, pois os condicionamentos se enraizam em todos nós.

Irrefletidamente “vomitamos” aquilo que consideramos certo, verdadeiro, nosso mundo interior.

Certamente que se nos atentássemos para aquilo que estamos expressando poderíamos escolher outros caminhos.

Caminhos menos dolorosos, apreciaríamos a compaixão como uma meta e não simplesmente como um jargão.

Olharíamos para si mesmos e para os outros com uma atitude de abertura e receptividade.

Muito além dos julgamentos que constantemente nos limitam, nos escravizam.

Confesso que brincar com as palavras e redigir este texto é uma forma de compartilhar minhas inquietações.

E sei que muitos leitores irão se identificar com essas palavras e comportamentos.

Bem como uma profunda necessidade de se transformar, renovar, renascer.

Construir aceitações sobre si mesmo e os outros, árduo exercício cotidiano.

Ter como meta compreender aquilo que está nas entranhas, o que está regendo nossas escolhas.

Sejam elas irrefletidas ou não, pois assim podemos pelo menos conhecer nossas motivações.

Motivações que na maioria das vezes são efêmeras e supérfluas, coisas do Ego.

O melhor de tudo é “confessar” para o mundo os nossos mais absurdos segredos.

Assim, pelo menos dissipo essa energia que desejo não mais retesar.

Dessa forma busco criar novas possibilidades de expressões nas quais sou mais pacífico e menos violento.

Em certos momentos a energia contida se transforma numa arma que acaba ferindo.

Portanto para evitar ferimentos mais profundos tenho aprendido a lidar com essa energia.

Cada dia aprendo uma lição, e cada momento é uma oportunidade de superação.

O desafio é manter-se alerta para evitar a alienação e conseguir realizar escolhas adequadas.

No dia-a-dia aprendo que viver é uma lição constante em busca de harmonia, paz e amor.

Agradeço de coração todos aqueles que compartilham comigo essa viagem.

Om Gam Ganapataye Namaha!


en-AMOR-rado, en-AMOR-ado, en-AMOR-ado…

Amar, amar, amar…

Amo, amo, amo…

Amando, amando, amando…

Amorico, amorico, amorico…

Amável, amável, amável…

en-AMOR-rado, en-AMOR-ado, en-AMOR-ado…

n-AMOR-rada, n-AMOR-ada, n-AMOR-ada…

Amada, amada, amada…

Don’t worry Be Happy! Sure, we can!


Contemplo as nuvens negras no céu!

Contemplo as nuvens negras no céu!

São como pensamentos negativos, estão carregadas de energia.

Em cada respiração contemplo a imensidão do viver.

Sou eu mesmo quem projeto nas nuvens o negativo.

Tal como quando me situo na positividade.

Hoje percebo que encarno ambas possibilidades.

Também compreendo que não sou nem uma, nem outra, quer dizer nenhuma delas, apenas encarno-as.

Sinto meu coração pulsando, vibrando em diferentes frequências.

Vivo, vivo, vivo!

Em certas condições o arrebatamento se da pelos sentidos.

Momento no qual o universo revela todo seu esplendor.

Me perco e me encontro num único instante, paradoxal, transcendental!

Uma espécie de colapso mental no qual o espanto e o estranhamento refletem a primazia do absoluto.

Regresso ao ponto zero, de onde tudo se origina, nossa casa, verdadeira morada do Ser.

Cada vez mais vivencio essa condição, sucessivamente.

Me sinto envolvido pelo esplendor daquilo que estou realizando, contemplando.

Os sentidos captando e emanando o divino poder criativo, receptivo.

Divino, pois expressa o humano na sua plenitude.

Ou tudo isso é apenas mais uma espécie de insanidade?

Viva a vida, viva a morte!

Om Namah Shivaia!


Conquistas!

Conquistas!

As maiores conquistas não são objetos, ou desejos do Ego.

Elas acontecem apartir da compreensão de que há sempre algo a mais, um passo adiante a ser dado.

Pois aquele que desvela o que está oculto nas profundezas do ser encontra a sabedoria, a aceitação, a paz.

Exercitando o desapego conquistamos a liberdade irrestrita, o infinito potencial criativo que habita em nós.

Conquistando a liberdade irrrestrita os medos se desfazem, tal como nuvens quando descarregam chuvas.

Assim vivenciamos o “Amor acima de tudo”, aquilo que nos move rumo ao outro.

Libertando o corpo das amarras originadas de uma limitada percepção sobre o Ser.

Morrendo e renascendo em cada escolha.

Experienciando os sentidos como um êxtase divino, alimento para o corpo e a alma.

Criando a possibilidade de vivenciar a plenitude de cada momento, instante vivido.

Contemplando o presente, sempre presente, aqui e agora!

Exercício continuo para manter o foco e a atenção naquilo que é essencial, a respiração!

Om Namah Shivaia!!!


O que meus olhos enxergam!

O que meus olhos enxergam!

Hoje, mais do que nunca enxergam as belezas do viver.

Os detalhes que outrora passaram despercebidos.

Feliz aquele que enxerga além do que os olhos podem ver ou olhar.

Penetrando além das aparências do mundo visível.

Acessa outras dimensões, invisíveis, nas quais os sentidos não podem captar.

Vivencia o insondável e os mistérios da criação.

Contempla o viver como um presente divino!

Om Namah Shivaia!


Percepções!

 Percepções!

Está diante de nós, universo se revelando.

Encantamento como uma escolha para as percepções.

Desencantamento quando a mente julga essas percepções.

Contemplo os sentidos revelando o mundo que me cerca.

Eu e o mundo, somos um só, unidos, interconectados, fusionados.

Om Namah Shivaia!


Beija-Beija!

Beija-Beija!

Amor

Beija

Abraça

Afaga

Acalenta

Entrega

Encontro

Amizade

Paixão

Emoção

Devoção

Gratidão

Don’t Worry Be Happy!


Reconhecimento!!!

Reconhecimento!

Agora que te reconheço o viver se transformou.

O que estou sendo hoje é resultado de um encontro comigo mesmo.

Não o Ego e seus desejos insaciáveis, mas sim outras dimensões da existência e do Ser.

Sendo, aqui e agora contemplo aquilo que emana das minhas entranhas.

Um infinito de possibilidades que se materializam num único ponto, num único instante.

Momento no qual a criação se manifesta, o Ser se desdobrando para fora de si mesmo.

Um desabrochar daquilo que está pulsando, se originando, emanando, constituindo múltiplas formas.

Em cada movimento de respiração um encontro íntimo com o Ser.

Se atento, focado, o encontro se perpetua, permanece, distraído tudo se desfaz, nos alienamos de si mesmos.

A ignorância é uma benção para aqueles que nela estão mergulhados.

Mas aqueles que conseguem respirar livremente, ou pelo menos experimentar por instantes essa liberdade o universo se transforma.

Nesse contexto ignorar passa a ser um ato, uma escolha consciente e não mais autômata.

Daí um novo universo se constitui, a existência toma outros rumos, visualizando outros horizontes.

O ser se reconfigura podendo se abrir para novas experiências.

Reconhecimento a multiplicidade/diversidade na unidade/unicidade, convergindo o um para o todo e vice-versa.

Experiência transcendental que a mente não pode explicar, nem decifrar, apenas vivenciar.

Tal como todos os sentidos que são limitados em determinadas circunstâncias.

Então, basta respirar, pois respirando vivemos, permanecemos encarnados.

E respirando conscientemente podemos viver despertos, atentos, focados naquilo que é fundamental.

Experimente mergulhar em si, encontre e emane o que é fundamental.

Om Namah Shivaia!


Múltiplos pontos de vistas!

Múltiplos pontos de vistas!

Onde você vê confusão, eu vejo emoção.

Você vê destruição, eu vejo criação.

Você vê separação, eu vejo união.

Você vê tristeza, eu vejo alegria.

Você vê contradição, eu vejo resolução.

Você vê divergência, eu vejo convergência.

Você vê imperfeição, eu vejo perfeição.

Você não vê nada, eu vejo tudo!

Vamos inverter?

Tanto faz, pois ambos coexistem.

Múltiplos pontos de vistas que se completam!

Om Namah Shivaia!


Aprendendo com o silêncio!!!

Aprendendo com o silêncio!!!

Em certas circunstâncias a melhor escolha é contemplar os acontecimentos em silêncio.

Apenas observar o movimento da respiração, “escutar” cuidadosamente aquilo que estamos sentindo e percebendo.

Não há o que fazer quando e mente entra em confronto consigo mesma, apenas observar.

Quando beiramos o colapso mental um infinito potencial, tanto criativo como dissolutivo nos envolve.

Nas turbulências causadas pela crença de que a mente está nos direcionando para o caos podemos nos renovar.

Se abrir para um novo mundo no qual nossas escolhas e comportamentos se transformam.

Não há momento mais fértil em nossas vidas do que quando a mente colapsa criando paradoxos irresolúveis.

Inquietações de todos os tipos vão surgindo, bem como dualidades aparentemente inconciliáveis.

Diante de tanto espanto, ainda sim temos que realizar escolhas, seja quais forem.

Escolhas que podem nos proporcionar um novo ponto de vista sobre si mesmo, ou nos tornar mais limitados, ignorantes.

Se optarmos pela abertura, pelo desafio, podemos superar as limitações que surgem constantemente em nossas vidas.

Mergulhando nas entranhas, num profundo encontro com o ser e o Ser.

Buscamos luz, ou mesmo focalizar aquilo que outrora estava na mira, mas que por um descuido se perdeu na mente atordoada.

Nos perdemos facilmente, pois andamos distraídos, raramente temos foco naquilo que fazemos.

Ou quando temos algum foco logo ele se vai com as percepções ambíguas, os “achismos” da mente que mente.

Até aí tudo normal, pois aprendi que é “assim mesmo”, dualidades e ambiguidades são estruturais no humano.

Fácil é se distrair e se perder nos labirintos mentais, difícil é manter atenção e foco constantemente.

Mas a prática da meditação pode inverter essas polaridades, pois ambas se completam mutuamente.

Portanto a única escolha possível é buscar focalizar e superar as limitações que vão surgindo nos entremeios.

Aprendo observando a mim mesmo e aos outros, pois os sintomas são sempre os mesmos, seja quem for.

Soaria determinista afirmar categoricamente essa cegueira que nos acomete constantemente.

Por isso também aprendi a contemplar a mente, os sentimentos e as percepções como um mero espectador.

Me desapegando de toda e qualquer manifestação e ou determinismos que eu possa expressar.

Acima de tudo quando as inconsistências mentais surgem procuro sentar e prestar atenção na respiração.

Dessa forma tudo se desfaz e novamente encontro o foco, ou melhor, visualizo minhas escolhas primordiais.

Tenho aprendido com as pessoas que encontro por essa maravilhosa jornada chamada vida.

Procuro compartilhar experiências e isso acontece em diversos níveis.

Convergir para um único ponto e finalmente transcendê-lo, esse é o objetivo.

Tarefa árdua para realizar sozinho, mais difícil ainda é fazer isso a dois e quase impossível no coletivo.

Sigo feliz por ter muitos exemplos de como não fazer, pois diante de tanta inconsistência jamais encontrei algo definitivo.

Definitivo nem mesmo o cosmos que vive morrendo e renascendo.

Só meditando e orando para poder suportar e suplantar tanta ignorância!

Om Gam Ganapataye Namaha!


O que tenho aprendido com as limitações que tenho vivido!


Engraçado, mas não há ganhos sem perdas e vice-versa.

Observar e aprender sobre essa constante dinâmica pode nos proporcionar infinitas experiências cotidianas.

Dessa forma tenho contemplado aquilo que expresso em minhas escolhas.

Em cada uma delas há um infinito potencial transformador, mas por vezes fico limitado em determinadas situações.

Pois construo uma realidade centrada não na abertura, mas sim no fechamento.

Fechamento em mim mesmo, naquilo que acredito ser verdade.

Desse ponto de vista me limito em certos contextos.

Mas em outros momentos me abro para o diferente, para a diversidade do mundo.

Daí encontro uma vastidão diante de mim, e como já estou habituado a abertura não me assusto.

Me surpreendo comigo mesmo e com os seres vivos que estão ao meu redor, pois assim aprendo com eles.

Compartilho experiências em diversos níveis e contextos.

Isso tem sido uma verdadeira educação do ser.

Pois sendo, de preferência em comunhão, as experiências cotidianas se tornam muito mais intensas.

Quando encontramos uma sintonia em comum com outros seres nosso potencial transformador se amplia.

Criamos o poder de amplificar nossas ações, alcançando resultados que sozinhos não seriam possíveis.

Portanto o coletivo é dimensão na qual as individualidades não se anulam, mas sim se multiplicam, se intensificam.

E as limitações individuais tendem a se minimizar em função do poder contido na coletividade.

Nessa perspectiva tenho superado as limitações que tenho vivenciado, acima de tudo no coletivo.

Convivendo com pessoas que aceitam a troca, o escambo, olhando para o outro não como um adversário, mas sim parceiro.

Construindo diferentes formas de inter-relacionamentos nos quais a empatia é o guia.

Aprendi que não são os “laços de sangue”, ou melhor, os familiares que são nossos “melhores amigos”.

Pois muitos deles sequer nos encaram com empatia, simpatia ou compaixão.

Em certos momentos os “parentes” se tornam estranhos, destituídos do sentido de coletividade.

E o mais interessante é encontrar nas pessoas que nos são “estranhas” a abertura que os “conhecidos” não expressam.

Uma verdadeira inversão dos sentidos e do que estamos acostumados a acreditar.

Sim, pessoas “estranhas” que encontro todos os dias me ensinam a viver, me proporcionando a percepção do diferente.

Não necessariamente divergente, mas sim com possibilidades de convergências expressando criatividade.

Compreendo que o encontro com o outro é um momento no qual podemos nos transformar e transcender a si mesmos.

Superando as limitações momentâneas e construindo novas possibilidades existenciais.

Agradeço as pessoas com quem tenho compartilhado experiências singulares, inauditas.

Om Gam Ganapataye Namaha!


Salto quântico – transformações!

Salto quântico – 12 de setembro – dia memorável – retornando para o sistema de ensino superior público, desta vez não como aluno, mas como docente/orientador!

: -)

bye bye pindaibaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Om Gam Ganapataye namaha!


Nunca, jamais o ódio e o rancor serão capazes de destituir o Amor!

Nunca, jamais o ódio e o rancor serão capazes de destituir o Amor!

Pois amar é reconhecer a si mesmo no outro.

E só reconhecemos a si mesmo quando nos desfazemos de nosso ego.

Desfazer o ego necessita atenção e contemplação sobre si mesmo para poder exercer o desapego.

Quem se aventura rumo as entranhas do Ser é capaz de perceber as sutilizas de ser!

E só aquele que mergulha profundamente em si mesmo, ou melhor, no ser, reconhece que amar e odiar são apenas duas formas de se expressar.

Escolha a sua!

Om Gam Ganapataye Namaha!


Informações…

Dizem que vivemos na era da informação, mas já se perguntou que informação é essa?

Ou melhor, o que significa se informar?

Nos conectamos a redes sociais virtuais, grupo de amigos, aos nossos familiares, entre outras formas que vislumbramos como um modo de compartilhar informações, acima de tudo experiências vividas pra não dizer fofoca .

No entanto considero que a maioria de nós tem vivido desconectados de si mesmos!

Digo isso devido ao modo como nos colocamos diante do mundo que projetamos, criamos.

É como se vivêssemos num mundo no qual se observar significa “perda de tempo – coisa de desocupado”.

Dessa forma nos alienamos de si mesmo e nos tornamos presas fáceis diante de discursos articulados para promover a escravidão humana.

Um tipo de escravidão que procura silenciar, cercear a percepção e a reflexão como possíveis elementos transformadores.

Muitos se tornam déspotas, ou covardes emudecidos, ou mesmo aqueles que exercitam o poder para silenciar outras pessoas.

Escolhem a mortificação dos sentidos, da percepção e da reflexão como uma estratégia de dominação, limitação, escravidão.

Tem aqueles que procuram viver uma espécie de hedonismo desvairado, transgressivo na sua essência, mas deformado pela omissão das verdadeiras intenções daquele que vive tal condição.

Só cheiram aquilo que consideram perfumado, ouvem o que lhes é conveniente, olham para aquilo que consideram belo e assim por diante na sua mesmice cotidiana.

Preferem o isolamento e a exclusão do que a liberdade de ir e vir, as experimentações lhe são predeterminadas tal como o cardápio do restaurante preferido.

Vivem enclausuradas em suas próprias convicções e sabem apenas transitar de um “cluster” para outro, pois assim acreditam estarem seguras.

Crêem que ir ao supermercado e escolher o que comer é um ato de liberdade, tal como escolher a cor do carro novo também é um exercício de liberdade, acima de tudo acreditam que o dinheiro lhes proporciona liberdade.

Mas no fundo estão profundamente enraizados numa mentalidade obliterada, condicionada e até perturbada em muitos casos.

Vivemos correndo atrás de resultados e objetivos que muitas vezes nem sabemos claramente o que está nos movendo diante daquela situação.

Nos tornamos desinformados de si mesmos, pois acredito que fomos educados para isso.

Quem foi informado sobre a possibilidade de questionar as próprias escolhas de modo a ir além do que o EGO está desejando momentaneamente?

Nunca ouvi falar disso na escola, nem na faculdade, muito menos na pós-graduação, e olha que “estudei nas melhores universidades de Brasil”.

Nem mesmo minha mãe ou meu pai me informaram sobre isso, pois também nem deviam saber para poder compartilhar.

Cotidianamente sou informado sobre uma porção de burocracias que tenho que cumprir, tal como se fossem metas a serem atingidas.

Essa forma de comunicar é evidentemente eficaz no processo de doutrinação e alienação do humano sobre si mesmo.

Apenas informando um conteúdo, espécie de modulação a qual estamos submetidos, pois de certa forma somos tidos como “máquinas produtivas para o sistema capitalista”.

Quem não se enquadra na categoria “produtivo” é considerado descartável, ou melhor, indesejável ou até repulsivo.

Pois não se subjuga diante da mediocridade produzida pela elaboração e distribuição de informações insignificantes do ponto de vista libertador, transcendental.

Para muitos o que importa é o pragmatismo alienado que faz funcionar as engrenagens da “máquina de moer humanos”.

É assim que me sinto quando sou pressionado a me submeter aos caprichos alheios, ou as regras de um sistema nefasto, excludente e enganador.

Na verdade não é o sistema que é assim, mas sim as pessoas que o criaram e aquelas que estão fazendo com que ele se perpetue de tal forma a manter as estruturas de poder.

Nessa sociedade consumista o sentido do trabalho é obter lucro a todo custo, quer dizer, pagar altos custos.

O trabalho é regido por métricas quantitativas que buscam extenuar o humano num processo produtivo incessante.

Qualidade se tornou um termo apenas para designar “garantia de 3 anos” para os produtos que logo se tornam obsoletos.

Desse ponto de vista as informações distribuídas pelos meios de comunicação de massa são explícitos, trabalhe, produza, compre, consuma.

Mas alguém já se perguntou quais os custos que estamos pagando para viver essa condição escravizada?

Do ponto de vista informativo creio que todos nós já ouvimos falar de alguém que ficou “doente” pelo excesso de trabalho.

Ou devido ao estresse incessante que vivemos cotidianamente em muitos ambientes, nem as crianças estão a salvo disso.

Ligue a televisão ou abra os jornais e encontrará muitas notícias relacionadas ao “trabalho – produção – mercado – capitalismo”.

Estatísticas e mais estatísticas nos informando sobre índices que nem sabemos o que significam, mas muitos consideram relevantes essas informações.

Raramente se vê em algum veículo de comunicação de massa informações sobre possíveis resultados negativos advindos do “capitalismo selvagem – consumismo – trabalho excessivo – alienado, entre outros”.

Esse tipo de informação é desinteressante para a população em geral, é até considerada perigosa por muitos defensores do “status quo”.

Então me pergunto sobre o que significa se informar e compreendo que isso é tão vital quanto respirar, pois a informação tem o poder de formatar nossas mentes, de determinar caminhos e nos impor escolhas.

Portanto observar a si mesmo como uma fonte receptora e emissora de informações, um movimento constante de intercâmbios, isso para mim significa transformações.

Abertura para o diferente como possibilidade de superação das condições limitadas e limitantes.

Refletir e compreender é uma atitude aventureira rumo ao desconhecido muitas vezes.

Mas que para mim representa uma característica essencial do humano, se auto-produzir, educar e transcender-se como um movimento de renovação, abertura, liberdade, criação.

Om Gam Ganapataye Namaha!


O que eu sou senão aquilo que estou refletindo!?

Já se observou e percebeu que nós refletimos aquilo que estamos gerando, formando internamente.

Um dia está radiante de felicidade por ter conquistado algo, no outro depressivo por conta de alguma perda.

Um dia agradece por receber um aceno de bom dia de um desconhecido.

No outro dia explode de raiva por ciúmes ou inveja de alguém.

Esses são pequenos exemplos de nossos humores variando tal como varia a luminosidade do dia para noite.

Múltiplas possibilidades em cada um de nós, pois todos estamos sujeitos a essas alterações.

Mesmo a maior das teimosias, ela sempre tem seu fim, nem que seja juntamente com a morte.

Ciclos que se repetem com certa frequência em nossas existências.

Pois estamos alienados de si mesmos, nem sabemos o que sentimos ou pensamos.

Achamos que pensamos e sentimos quase sempre num modo automático, no qual ilusoriamente estão ausentes as possibilidades de escolhas.

Estamos vivendo tão bitolados nas mentiras, falsidades e ilusões que criamos que tem se tornado quase impossível se libertar dessa condição, limitada e limitante.

Tenho percebido que a mente tem uma tendência de construir justificativas para toda e qualquer escolha.

Anteriormente pensava que isso era discernimento, mas hoje digo que muitas vezes é apenas mais uma alienação, entre tantas outras.

Justificar para mim estabelece relações de causa e efeito entre o que sinto, penso e vivo.

Que de alguma forma servem para eu simplesmente aceitar as escolhas como algo nem sempre escolhido, mas dado a priori.

Uma espécie de destino ao qual estou submetido ou uma justificativa para manter a “zona de conforto”.

Zona de conforto é aquela região fictícia onde todos nós procuramos nos instalar para manter certas condições de existência.

Cada um de nós constrói sua zona de conforto, mas ultimamente alguns modelos ou padrões tem se repetido.

Quando isso acontece e estou alerta percebendo as artimanhas que eu mesmo arranjei procuro me distanciar de mim mesmo.

Sou estranho a mim mesmo, dessa forma vou além dos fatos e das evidências momentâneas

Nessa trajetória mergulho nas entranhas daquilo que estou gerando.

Dessa forma, contemplo a mim mesmo como um ato de criação, o criador e a criatura instituídos no mesmo Ser.

Mas acima de tudo tenho percebido, compreendido e vivido que o Ser é indefinível, infinito em suas múltiplas possibilidades.

Multiplicidade, diversidade, complementaridade, unicidade, unidade, união.

Portanto aquilo que estou refletindo é uma criação momentânea destinada a se transformar.

Desse ponto de vista a realidade é uma emanação criada por mim.

Externamente são múltiplas realidades, a que eu criei, a que você criou a que os outros criaram.

Inter-subjetividades, entrelaçamentos, experiências compartilhadas, o coletivo, o social construído a partir de múltiplos pontos de vistas.

O mundo e a existência como verdadeiras obras de arte, reflexos daquilo que estou criando.

Om Gam Ganapataye Namaha!


Presente como presente, sendo presenteado!


Cada momento vivido tem sido um presente, pois estou aqui e agora.

Vivendo o instante em que a consciência revela a si mesma, mergulhado em si.

Mas aberto ao mundo, ao exterior, aquilo que minhas percepções captam.

Múltiplas possibilidades, mas escolho uma como realidade e assim o universo se materializa.

No entanto, logo em seguida a criação pode haver a dissolução, ou mesmo a insistência em perpetuar um instante vivido.

Isso significa reduzir um infinito de possibilidades num único ponto, escolhas momentâneas.

Prestar atenção nas escolhas pode revelar um mundo novo no qual as experiências sensoriais se desenrolam.

Desvelar as entranhas de nós mesmos, cada um no seu momento, processo único que não se repete na multidão.

Mas que pode convergir em determinados aspectos, por isso atraímos e encontramos com aquilo que estamos cativando.

Observe atentamente pensamentos, desejos, ações e perceba o quanto aquilo que está acontecendo é resultado de escolhas.

Então escolha o que deseja para o momento seguinte, e plante a semente para que possa nascer, acontecer, se realizar.

No entanto não se frustre se aquilo que deseja não acontecer tal como o desejo, pois há o invisível que não podemos controlar.

Esse invisível representa a conspiração do universo, tanto a favor como contra.

Aceite o resultado das escolhas e continue semeando, pois quem “planta colhe”!

Perseverança, dedicação, paciência e tolerância consigo mesmo é primordial.

Ao mesmo tempo em que desejar agradeça, pois agradecer significa reconhecer o poder criativo, criador em cada um de nós!

Sem isso podemos nos fazer de vítima daquilo que nós mesmos germinamos, criamos, manifestamos, exteriorizamos.

E mesmo fazendo isso tudo pode ser que ainda se “ache” depressivo ou niilista.

Contemple a si mesmo e acredite no poder da transformação, pois é possível!

Om Gam Ganapataye Namaha!


Prefiro viver como se nada fosse meu e tudo fosse possível!!!

Prefiro viver como se nada fosse meu e tudo fosse possível!!!

Apenas experimento, vivencio, assim posso me libertar mais facilmente do que quando “penso ou sinto” que algo me pertence!

Positive Vibrations!

Don’t worry be happy!!!


Quer refletir sobre a miséria humana?

 

A miséria afetiva tem estado enraizada na mentalidade, nos comportamentos e em muitas outras escolhas que realizamos, muito mais do que a miséria material! Ambas são advindas das ilusões que o Ego (desejos) cria constantemente!!!


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