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Saúde e bem-estar

Alimentos práticos são mais valorizados que os saudáveis.

Alimentos práticos são mais valorizados que os saudáveis

DÉBORA MISMETTI
editora-assistente de Saúde

Pesquisa do Ibope divulgada ontem mostra que, para 34% dos brasileiros, a
questão prática vem antes de qualquer outra na hora de escolher
alimentos no supermercado.

Depois dessa fatia que prioriza a conveniência e vê nos congelados e
semiprontos seus aliados, os grupos mais significativos são os dos
consumidores que colocam o prazer de comer acima de tudo e o dos que
compram comida com base nas marcas de confiança -ambos com 23% das
preferências.

Os alimentos saudáveis e sustentáveis ficaram em quarto lugar, sendo
preferidos por apenas 21% dos pesquisados.

A sondagem, encomendada pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado
de São Paulo), buscou mapear as principais tendências no consumo de
alimentos industrializados no país. Foram entrevistadas 1.512 pessoas em
nove capitais.

Os consumidores que priorizam alimentos saudáveis dizem procurar selos
de qualidade, informações sobre a origem do produto e fabricantes que
protegem o ambiente.

Segundo Antonio Carlos Costa, gerente do departamento de agronegócio da
Fiesp, o mesmo consumidor que procura comida saudável se preocupa com
sustentabilidade. "É uma pessoa com visão mais ampla. Pratica esporte, é
mais preocupada com projetos sociais."

Retirado de http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u737415.shtml


Tom Cruise – Scientology and psychiatry

Scientology and psychiatry have come into conflict since the
foundation of
Scientology in 1952. Scientology is publicly,
and often vehemently, opposed to both
psychiatry
and
psychology.[1][2][3]
Scientologists view psychiatry as a barbaric and corrupt profession and
encourage alternative care based on spiritual healing. According to the
Church of Scientology, psychiatry has a
long history of improper and abusive care. The group’s views have been
strongly disputed, criticized and condemned by experts in the medical
and scientific community and been a source of public controversy.


Tom Cruise

Cruise is an outspoken advocate for the Church of Scientology. He became involved with
Scientology in 1990 through his first wife, Mimi
Rogers
.[55]
Cruise has publicly said that Scientology, specifically the L. Ron Hubbard Study
Tech
, helped him overcome dyslexia.[56]
In addition to promoting various programs that introduce people to
Scientology, Cruise has campaigned for Scientology to be fully
recognized as a religion in Europe. He lobbied politicians in France and
Germany, where the legal systems regard Scientology as a cult and
business, respectively. In 2005 the Paris city council revealed that
Cruise had lobbied officials Nicolas Sarkozy and Jean-Claude Gaudin, described him as a
spokesman and militant for Scientology, and barred any further dealings
with him.[57][58]
Cruise co-founded and raised donations for Downtown Medical to offer New York 9/11 rescue workers detoxification therapy based on the
works of L. Ron Hubbard. This has drawn criticism from the medical
profession,[59]
as well as firefighters.[60]
For these activities and others, David Miscavige awarded Scientology’s Freedom Medal of
Valor to Cruise in late 2004.

A controversy erupted in 2005 after he openly criticized actress Brooke Shields for using the drug Paxil (paroxetine), an anti-depressant, to which
Shields attributes her recovery from postpartum depression after the birth
of her first daughter in 2003. Cruise asserted that there is no such
thing as a chemical imbalance, and that psychiatry
is a form of pseudoscience. Shields replied that she would
not take advice from anyone who believed in space aliens.
This led to a heated argument with Matt
Lauer
on The Today Show on June 24, 2005.[61]
Medical authorities said Cruise’s comments had further stigmatized
mental illness[62][63]
and Shields herself called them "a disservice to mothers everywhere."[64]
In late August 2006, Cruise apologized in person to Shields for his
comments; Shields said that she was "impressed with how heartfelt [the
apology] was … I didn’t feel at any time that I had to defend myself,
nor did I feel that he was trying to convince me of anything other than
the fact that he was deeply sorry. And I accepted it."[65]
Cruise’s spokesman confirmed that Cruise and Shields had made up but
said that Cruise’s position on anti-depressants had not changed.[65]
Shields was a guest at Cruise’s and Holmes’s wedding.

Cruise also said in an Entertainment Weekly interview that
psychiatry
"is a Nazi
science" and that methadone was actually originally called
Adolophine after Adolf Hitler, a myth well-known as an urban
legend
.[66]
In an interview with Der
Spiegel
magazine, Cruise said that "In Scientology, we have the
only successful drug rehabilitation program in the world. It’s
called Narconon
It’s a statistically proven fact that there is only one successful drug
rehabilitation program in the world. Period." While Narconon claims to
have a success rate over 70 percent,[67][68]
the accuracy of this figure has been widely disputed.[69]
Scientology is well-known for its opposition to mainstream psychiatry.

In January 2008 the Daily
Mail
(UK) announced a forthcoming biography of Cruise, Tom Cruise: An
Unauthorized Biography
, by Andrew Morton. Among the book’s
claims, it said that Cruise had become the church’s "second in command
in all but name." This has been corroborated by former Scientology staff
member Marc Headley.[70]
Cruise’s attorney Bert Fields said that the
unauthorized biography was full of "tired old lies" or "sick stuff."[71]



Retirado de http://en.wikipedia.org/wiki/Scientology_and_psychiatry

                   http://en.wikipedia.org/wiki/Tom_Cruise


Dieta rica em pão branco aumenta o risco de infarto

Dieta rica em pão branco aumenta o risco de infarto

JULLIANE SILVEIRA
da Reportagem Local

Dois grandes estudos divulgados nesta semana reacendem a discussão sobre
os riscos, para o sistema cardiovascular, do alto consumo de
carboidratos refinados, presentes em pães brancos e biscoitos.

O primeiro estudo investigou a relação entre infarto e dietas pobres em
gorduras saturadas (já bem relacionadas a problemas cardíacos), mas
ricas em carboidratos. Os pesquisadores, da Dinamarca, acompanharam
53.644 adultos durante 12 anos. A pesquisa concluiu que, para cada 5% de
aumento de carboidratos na dieta, houve um risco 33% maior de infarto.
Esse resultado foi publicado no "American Journal of Clinical
Nutrition".

"Carboidratos com alto índice glicêmico aumentam as chances de problemas
cardiovasculares por causarem processos inflamatórios, dislipidemias
[alterações no colesterol] e disfunções nas paredes dos vasos", disse à Folha
Marianne Jakobsen, especialista em nutrição e líder da pesquisa.

O outro trabalho foi divulgado no "Archives of Internal Medicine" e
ligou o risco de doenças nas artérias do coração ao consumo excessivo de
carboidratos refinados, mas só no caso das mulheres. Para os homens,
não foram encontradas alterações decorrentes dessa dieta. O estudo
conclui também que, para o risco de doenças cardíacas, importa mais o
fato de os carboidratos ingeridos serem de alto índice glicêmico do que a
quantidade total de carboidratos consumidos. Os pesquisadores
acompanharam mais de 47 mil voluntários, por sete anos, na Itália.

Alimentos com alto índice glicêmico são assim chamados pela capacidade
de aumentarem rapidamente os níveis de glicose no sangue. Com isso, o
organismo libera altas doses de insulina, fazendo a glicose cair
rapidamente e levando à sensação precoce de fome.

Para Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração, o
hábito de consumir excesso de carboidratos com alto índice glicêmico
sobrecarrega e deteriora o pâncreas, órgão responsável pela produção de
insulina, e pode levar à obesidade. "As causas das doenças coronárias
são muitas, e esse pode ser um dos fatores de risco", diz Magnoni.

Para preservar o pâncreas, é melhor se alimentar com nutrientes mais
complexos, que demoram para ser absorvidos. "Há 5.000 anos, você não
comeria açúcar refinado. Esse tipo de dieta é que leva às doenças da
sociedade moderna."

O aumento da obesidade nos EUA é um exemplo do que acontece quando se
trocam as gorduras saturadas, que contribuem para o aumento do
colesterol "ruim", por carboidratos, diz o cardiologista Raul Dias dos
Santos, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo:
"Houve redução significativa de colesterol na população nos últimos
anos, mas aumento brutal da obesidade e outros problemas associados."

Os médicos recomendam que a dieta diária seja composta por 60% de
carboidratos, preferencialmente de baixo índice glicêmico, e por 7% de
gorduras saturadas.

Por serem digeridos rapidamente, os produtos com alto índice glicêmico
levam a uma maior ingestão de calorias e consequente ganho de peso. A
gordura acumulada pode liberar maior quantidade de ácidos graxos, que se
alojam no fígado. Esse cenário pode piorar os índices do colesterol
"ruim" e aumentar as taxas de açúcar no sangue (o organismo desenvolve
resistência à insulina).

O tecido adiposo no abdômen também estimula processos inflamatórios nos
vasos sanguíneos, favorecendo a formação de placas nas paredes.

Pesquisas anteriores já associaram o maior consumo de carboidratos
refinados ao aumento nos índices de triglicerídeos no sangue –outro
marcador de risco cardiovascular.

Mulheres com taxas elevadas de triglicerídeos têm duas vezes mais risco
de sofrer doença cardíaca do que o homem.

Colaborou Débora Mismetti

retirado de http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u722327.shtml


Brasileira obesa tem dieta similar a do americano: rica em gordura e pobre em carboidratos, o que leva ao sobrepeso

Brasileira obesa tem dieta similar a do americano: rica em gordura e
pobre em carboidratos, o que leva ao sobrepeso

Estudo realizado com mulheres
obesas brasileiras aponta como principais causas da obesidade o alto
consumo de gordura na dieta e sedentarismo. O trabalho traz indícios de
que retirar o carboidrato da dieta não vai promover de forma eficiente o
emagrecimento, mas muitas vezes pode ter efeito contrário, resultando
em maior ingestão de gordura e proteína. Além disso, ele mostra que a
alimentação deste grupo se assemelha muito com o padrão de ingestão da
população obesa americana.

 
A pesquisa intitulada
Obesidade e resistência à ação da insulina: alterações moleculares,
bioquímicas e estruturais, desenvolvida no Programa de Biologia Celular e
Tecidual do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, corrobora os
dados encontrados na literatura científica mundial.
 
Buscando
entender os mecanismos da obesidade feminina, pesquisadores do Instituto
de Ciências Biomédicas (ICB) e da Escola de Educação Física e Esporte
(EEFE) reproduziram em laboratório um modelo experimental para estudar
os efeitos das dietas ricas em gorduras (hiperlipídicas) sobre a
regulação do metabolismo e o desenvolvimento do diabetes tipo 2 como
conseqüência da obesidade.
 
Inicialmente, em 1997,
realizamos estudo com mulheres obesas pré-menopausa com intuito de
avaliar qual era o padrão alimentar desta população. Identificamos então
que as mulheres consumiam quase 40% do valor energético diário total em
gordura, além disso, possuíam o hábito de praticar uma quantidade menor
de refeições diárias, acreditando ser essa uma solução para o
emagrecimento.  Outro fator preocupante está no fato de que esta
população consumia muita gordura saturada, cerca de 45% do total de
gordura ingerida na dieta.
 
Evidências sugerem que a
prevalência do sobrepeso e da obesidade tem aumentado em taxas
alarmantes, tanto nos países desenvolvidos, como nos países em
desenvolvimento. Cerca de dois terços da população adulta americana, por
exemplo, demonstra sobrepeso, ou já obesidade. No caso do Brasil, as
mudanças demográficas, sócioeconômicas e epidemiológicas ao longo do
tempo permitiram que ocorresse a denominada transição nos padrões
nutricionais, com a diminuição progressiva da desnutrição e o aumento da
obesidade. As consequências da obesidade para a saúde são muitas e
variam do risco aumentado de morte prematura a severas doenças não
letais, conhecidas como comorbidade associadas à obesidade, além de
problemas de natureza estética e psicológica.
 
Alguns
autores enfatizam o fato de que a aumento na prevalência da obesidade,
em diferentes grupos populacionais, está relacionada,
preponderantemente, aos chamados fatores ambientais, em especial à dieta
e à redução da atividade física. No estudo realizado na Escola de
Educação Física e Esporte (EEFE) da USP envolvendo cerca de 80 mulheres
na pré-menopausa que apresentavam obesidade, 80% das participantes não
praticava qualquer atividade física.
 
Outra etapa da pesquisa
envolveu modelo experimental laboratorial, onde dois grupos de ratos
foram submetidos ao consumo de ração normal, ou ração hiperlipídica (com
alto teor de gordura). A ração hiperlipídica foi desenvolvida para ter
composição nutricional semelhante ao padrão encontrado nos estudos
preliminares com mulheres. Curiosamente, o grupo que consumiu dieta
hiperlipídica ingeriu menor quantidade calórica total (cerca de
63kcal/dia) do que o grupo de controle (cerca de 75kcal/dia). No
entanto, as calorias provenientes de gordura foram três vezes maior no
grupo com ração hiperlipídica (cerca de 24kcal/dia), quando comparado
com o controle (cerca de 8kcal/dia).
 
Os resultados
mostraram que mesmo consumindo menor quantidade calórica total, o grupo
que ingeriu mais gordura desenvolveu, não só obesidade, mas também
intolerância à glicose (passo inicial no desenvolvimento do diabetes
tipo 2).
 
O mais interessante é que
este padrão de consumo alimentar também é facilmente encontrado nas
pessoas que querem emagrecer; isto é, reduzem o total calórico ingerido
principalmente, retirando carboidrato da dieta. Quem nunca viu e não
conhece aquele famoso cardápio de quem quer emagrecer: grelhado com
salada? Neste caso, as principais fontes de energia consumidas são:
lipídeo (gordura) e proteína, e este é exatamente o padrão de ingestão
nutricional da população obesa, brasileira e americana, alta ingestão de
gordura e baixa em carboidrato.
 
Muitas vezes é preciso fazer
uma avaliação mais minuciosa dos nossos hábitos alimentares para
identificar o porquê de engordarmos, ou não emagrecermos. Não basta
creditar a culpa em um único nutriente. Muitas vezes o problema não está
no pão, mas na manteiga que passamos no pão; não está na massa, mas no
molho branco e no queijo parmesão que acompanham a massa.
 
A retirada de
carboidrato da dieta promove de fato perda de peso corporal. Isto
ocorre porque o carboidrato é estocado em nosso corpo juntamente com a
água. Assim, se restringirmos o consumo de carboidrato perderemos água.
Basta lembrar da época da escola quando aprendemos que água não se
mistura com gordura. Desta forma, ao perder água não perderemos gordura e
sim massa magra, isenta de gordura.
 

Embora todos já saibam:
mudar o estilo de vida, melhor os hábitos alimentares de forma
sustentável, praticar atividade física regularmente serão ações muito
mais eficientes e com efeitos mais duradouros, do que procurar um único
culpado para a obesidade ou ainda uma fórmula mágica para perder em 1
mês o que se levou 5, ou 10 anos para ganhar!
 

 

Abaixo tomografia
da região abdominal de mulher obesa, em destaque gordura visceral, ou
omental .
Se quiser saber mais:
 
MONTEIRO,
C.A.; CONDE, W.L.; POPKIN, B.M. The Burden of Disease From
Undernutrition and Overnutrition in Countries Undergoing Rapid Nutrition
Transition: A View From Brazil. Am. J. Public Health, Washington, v.
94, p. 433-434, 2004.
LANCHA-PEREIRA, L. O.Obesidade e resistência à
ação da insulina: alterações moleculares, bioquímicas e estruturais –
São Paulo, Tese (Doutorado) – Instituto de Ciências Biomédicas da
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.
PEREIRA, L.O.;
FRANCISCHI, R.P.; KLOPFER, M.; PERROTI, A.C.; CAMPOS, P.L.; SAWADA,
L.A.; COSTA, S.R.; LANCHA JR., A.H. Different intensities of physical
activities with or without hypocaloric diet: effects on body
composition, food consumption and plasmatic profile in obese women. Med.
Sci. Sports Exerc., Madison, v. 30, p. S238, 1998.
 
PEREIRA,
L.O. Protocolo de indução de obesidade em ratas a partir do perfil de
ingestão alimentar de mulheres obesas brasileiras. Campinas. Tese
(Mestrado) – Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas,
São Paulo, 2003a.
 
PEREIRA, L.O.; FRANCISCHI,
R.P.; LANCHA JR., A.H. Obesidade: hábitos nutricionais, sedentarismo e
resistência à insulina. Arq. Bras. Endocrinol. Metabol., São Paulo, v.
47, p. 117-127, 2003b.
 
WORLD HEALTH ORGANIZATION.
Obesity – preventing and managing the global epidemic. Geneva: WHO,
1998. (Report of a WHO Consultation on Obesity).
 

Por Luciana O. P. Lancha às 08h20

Retirado de http://nutritips.blog.uol.com.br/arch2010-04-18_2010-04-24.html#2010_04-20_09_20_33-144488267-0


Comer pistache diminui risco de câncer

Pistachios cut cancer risk


(NaturalNews) Making pistachios a regular part of your diet could reduce
your risk of cancer, according to a study conducted by researchers from
the University of Texas and Texas Women’ University, and presented at
the American Association for Cancer Research’s Frontiers in Cancer
Prevention Research Conference in Houston.


Pistachios are known
to be high in a form of vitamin E known as gamma-tocopherol, which has
been linked to a lower risk of some cancers.


"It is known that
vitamin E provides a degree of protection against certain forms of
cancer. Higher intakes of gamma-tocopherol … may reduce the risk of
lung cancer," researcher Ladia M. Hernandez said.


Researchers
conducted the study on 36 participants who were either told to keep
eating their normal diets or to eat their normal diets plus two ounces
(about 117 kernels) of pistachios per day. After four weeks,
participants who were eating pistachios daily had significantly higher
levels of gamma-tocopherol in their blood than those who were not eating
the nuts.


The researchers noted that like all nuts, pistachios
are high in fat. However, they can be very healthy in reasonable
quantities.


"Pistachios are one of those ‘good-for-you’ nuts, and
two ounces per day could be incorporated into dietary strategies
designed to reduce the risk of lung cancer without significant changes
in body mass index," Hernandez said. "Other food sources that are a rich
source of gamma-tocopherol include nuts such as peanuts, pecans,
walnuts, soybean, and corn oils."


Nuts such as pistachios are
also high in antioxidants, which can help lower cholesterol and stave
off chronic diseases including cardiovascular disease and dementia, in
addition to cancer. The fats from nuts are believed to be much healthier
than those from animal products, and have been proffered as an
explanation for why the "Mediterranean diet" appears to reduce the risk
of heart disease even though it is relatively high in fats from olive
oil, nuts and moderate amounts of dairy.


Sources for this story
include: health.usnews.com;
www.betterhealthresearch.com;
www.ajho.com.

Retirado de http://www.naturalnews.com/028612_pistachios_cancer.html


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