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Professores de SP decidem manter greve por mais uma semana

 

Professores de SP decidem manter greve por mais uma semana

Da Redação
Em São Paulo*
 

Os professores da rede estadual de São Paulo decidiram, em assembléia realizada na tarde desta sexta-feira (20), manter a greve por mais uma semana. Na próxima sexta-feira (27), a categoria se reúne novamente no Masp (Museu de Arte de São Paulo), região central da capital, para discutir os rumos da paralisação.

A decisão pela greve veio mesmo depois de a Secretaria da Educação ter anunciado reajuste salarial de 12,2% para a categoria. "O reajuste, sem dúvida, foi resultado da greve", afirmou Carlos Ramiro, presidente do Apeoesp, sindicato dos docentes do Estado. "Mas a proposta não contempla nossa reivindicação, nem acalma os ânimos dos manifestantes."

Segundo a Secretaria da Educação do Estado, o reajuste salarial tinha sido decidido em março e o foi uma coincidência o anúncio ter sido feito um dia antes da assembléia dos professores.

Os professores protestam contra um decreto, do governador José Serra (PSDB), que impõe limites às transferências dos educadores efetivos e determina que os temporários se submetam a provas para determinar quem terá preferência para assumir turmas no início do ano.

"Nós queremos um concurso público classificatório, e não eliminatório, para todos os professores de todas as disciplinas. Assim efetiva o docente na escola e não falta professor para certas matérias", disse a Apeoesp.

A Secretaria disse que mantém a posição de que o decreto é irrevogável, porque "a intenção é beneficiar o aluno, já que quando o professor muda de escola, todo o projeto pedagógico também é modificado, prejudicando o estudante".

Segundo o sindicato, cerca de 60 mil pessoas participaram da manifestação. O Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) estima em 5 mil manifestantes. Logo após a assembléia, os professores fizeram uma passeata em direção à Praça da República, passando pela rua da Consolação, rua Xavier de Toledo, Teatro Municipal e por um trecho da avenida São João.

Na Praça da República, eles se juntaram a um ato público unificado de outras entidades da educação, como funcionários, diretores e supervisores de ensino. A reunião era para denunciar questões da educação, desde falta bibliotecas e laboratório nas escolas até salários.

 
 
 
 
 
 
 
 
 

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