Don't Worry Be Happy!!!

Encontros e desencontros

Encontros e desencontros

 

Encontros são aqueles momentos que nos sentimos satisfeitos com os acontecimentos, a realidade.

Felicidade plena nos envolvendo, concretização da nossa essência.

Não falo simplesmente do EGO, mas de algo que habita as profundezas do ser humano.

Aqui reside o AMOR incondicional, algo que só pode ser alcançado reconhecendo nossa divindade.

Talvez seja impossível descrever o sublime encontro com DEUS, o infinito, absoluto, eterno e imutável.

É mais fácil falar sobre os encontros humanos, mesmo que momentâneos, fugazes, efêmeros.

Os encontros realizados nessa existência são singulares, únicos e refletem minhas disposições mais profundas.

Digo isso, pois, me sinto impelido a realizar o mais difícil em nossa existência, AMAR.

Todo e qualquer humano almeja vivenciar os êxtases proporcionados pelo AMOR.

Difícil, pois não construo uma concepção, conceito, teoria ou forma sobre o AMAR.

Simplesmente sinto, vivo, experiencio nos encontros e desencontros as possibilidades do AMAR.

Nem sei como sei o que significa AMAR, mas sei que está além dos sentidos, da mente, do EGO.

É algo tão sutil que seria impossível criar uma receita para o AMAR.

Mas, existem milhares de pessoas que procuram um AMOR ideal, pura ilusão.

Compreendo que AMAR é uma árdua tarefa de desconstruir tudo o que já ouvimos sobre o assunto.

AMAR é uma condição humana, uma disposição interna, aventura do auto-conhecimento.

Para mim só é possível AMAR quando desvelamos nossas mais profundas limitações.

Aí reside a busca de algo soterrado nas entranhas do ser.

Algo tão profundo que apenas os poetas se atrevem a descrever.

Pois, cientificamente é impossível adentrar nas profundezas do ser.

Apenas a intuição é capaz de captar as sutilizas do AMAR.

Para isso acontecer necessito desfazer de minhas verdades mais enraizadas.

E como a mente racional domina o ser, isso se torna um verdadeiro desafio sobre si mesmo.

Equivocados, formamos todos os tipos de imagens sobre o AMOR.

E estamos sempre buscando algo, um verdadeiro labirinto de imagens distorcidas.

Coisas da mente, do EGO, do ser humano escravizado pelos sentidos.

Confundimos AMOR com apego, e assim nos limitamos ao que os sentidos captam.

Em mim existe um profundo desejo de libertar-se dessas amarras alcançando a plenitude.

Vivenciando a liberdade absoluta, sem os constrangimentos causados pelas confusões mentais.

Mas isso é um desafio, estou no caminho, aprendo com os encontros e desencontros vividos.

Surpreendo-me, uma infinita capacidade de doação, empatia, simpatia, alegria, entre outros.

Isso tudo significando apenas um breve momento, uma nuance do que seja AMAR.

Minha jornada é longa, e cada experiência demonstra o quanto ainda sou imaturo, inseguro.

Sinto-me privilegiado por percorrer uma trajetória, um caminho construído dia-a-dia.

Dessa forma, sou grato por toda e qualquer possibilidade de adentrar cada vez nas profundezas do ser.

Assim encontro o que há de mais sutil, o AMOR.

Isso tudo só é possível devido aos desencontros que vivencio.

Eles é que me dão a orientação para o caminho a ser percorrido.

Desencontrar é criar uma nova possibilidade de encontrar.

Há uma complementaridade entre os opostos, eles se integram.

Quando ocorrem os desencontros nos desesperamos, pois não percebemos a riqueza contida neles.

Somos imediatistas e mesquinhos com nossos sentimentos egoístas.

Desejamos fortalecer o apego como se fosse a melhor maneira de AMAR.

Para os mais limitados, talvez esse seja o único caminho, o desespero, angustia existencial.

Uma busca frenética pelo outro que lhe preencha o vazio, lhe de um sentido para viver.

Muitos de nós vivemos escravizados pelos medos que nos assombram.

Um eterno desconsolo e solidão no meio da multidão.

Tudo construído pela mente que mente, percepção equivocada.

Prefiro acreditar na capacidade de doação, não importando qual seja o retorno disso.

Sei que uma semente de laranja possui o infinito potencial de criação.

Se uma delas germinar as chances de produzir laranjas é grande.

Dessa forma, acredito que o AMOR também possui um infinito potencial de criação e transformação.

Basta criarmos as condições para poder germinar.

Cada um de nós carrega esse infinito potencial de reconhecer em si o AMOR incondicional.

 

Om Namah Shivaia! 

2 Respostas

  1. raquel

    sim isso é muito legal bjs!!!

    fevereiro 16, 2009 às 4:12 pm

  2. Maria

    ai o amortanto se escreveutanto se viveutanto se faloue ninguém o defineapenas o podemos sentire querido amigohá tantas tantas diferentes maneiras de amarmas todas necessárias e bonitastem uma excelente semanae não procures muitoele encontra-te

    fevereiro 17, 2009 às 11:20 am

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