Don't Worry Be Happy!!!

Somos todos farinha do mesmo saco.

Somos todos farinha do mesmo saco.

 

Isso mesmo, somos todos oriundos de uma mesma matriz, um único criador.

Dessa forma, reflito o que nos diferencia, ou melhor, qual o sentido de criarmos tantas divergências.

No fundo não existe resposta que me satisfaça plenamente, prefiro acreditar na ignorância humana.

Uma condição inata que podemos superar com muito sacrifício e sofrimento, mas é possível.

No entanto, temos que realizar um árduo trabalho de autosuperação incessantemente.

E qualquer vacilo é o suficiente para colocarmos tudo a perder, uma lastima.

Já percebi isso diversas vezes, mas meus condicionamentos me cegam e caio nos buracos constantemente.

Aí atingimos o fundo do poço e começamos novamente a dura conquista de si mesmo, disciplina.

A tristeza se manifesta em mim quando isso acontece, mas ao mesmo tempo renascem as expectativas de superação.

Movimentos cíclicos vivendo entre os opostos, ressaltando as divergências, dicotomias, entre outros.

Fico me perguntando o que dá direito a alguém “cagar” na sua cabeça, ou melhor, jogar terra quando está no fundo do poço.

Novamente não encontro respostas que me satisfaçam, e volto a questão da ignorância inata.

Pois, ao invés de unirmos, complementarmos, integrarmos, preferimos ressaltar as divergências, desencontros.

Contrariamos nossas virtudes e ressaltamos nossas limitações, e, assim, desencadeamos a tal da infelicidade.

Momento oposto a felicidade vivida no encontro, na empatia, simpatia, alegria.

Coisa de maluco, desejar uma polaridade e vivenciar a outra como resultado de nossas escolhas.

Decididamente incoerente, só isso que posso dizer sobre alguns comportamentos humanos.

Tal condição é vivida por muitos de nós que inconsequentemente não percebe o próprio umbigo.

Ou pior, acha que percebe, mas, no fundo não consegue enxergar a ponta do nariz.

Quem dirá se aprofundar nas próprias percepções e adentrar em outras dimensões do SER.

Devo estar vomitando meus pensamentos e por isso essas considerações sobre mim.

Mas, no fundo serve para qualquer um, pois é humano e não simplesmente Fabiano.

Escrevo para o Fabiano, pois ele eu conheço um pouco, estou integrado a ele, carne, osso, sentimentos, afetos e desafetos.

Uma personalidade inquieta, limitada e estranha as vezes, mas humana acima de tudo.

Faço isso como exercício de autoterapia, mas confesso que anda afetando muitas pessoas que lêem o que escrevo.

Sinto muito, ou melhor, não sinto nada, pois, cada um é dono do seu nariz.

“EMA, EMA, EMA, CADA UM COM OS SEUS PROBLEMAS E LIMITAÇÕES”

Nem tanto, pois, estamos todos conectados e o problema ou limitação de um se torna de todos.

Huahuahauahuahauahauahahauah!!!!!!!

 

Om Namah Shivaia!

 

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