Don't Worry Be Happy!!!

Morrer para renascer!

Morrer para renascer!

Morro todos os dias, e, logo em seguida renasço.

Enquanto a mente dual se manifestar existirá esse ritual.

Um movimento cíclico que escraviza meu ser num eterno vir-a-ser.

No entanto, cada renascimento representa a possibilidade de superação.

Transcendência de uma condição que anteriormente era mais limitada que a atual.

Nesse contexto, aprendo que a única regra é não ter regras, se libertando das amarras.

Com isso, os sofrimentos também vão embora, tal como uma tempestade que acabou de passar.

Contemplo esse movimento como uma possibilidade de compreender que a existência é algo perene.

Pelo menos no nível físico é assim que se manifesta, eterno movimento de construção e desconstrução.

O que fica é uma paz sem igual, um desprendimento do mundo material, sem precisar abdicar do viver.

Pelo contrário, nada de niilismo, mas um fortalecimento sem igual, e o desejo de ir cada vez mais além.

Um desejo de desenvolver, despertar as infinitas potencialidades que estão adormecidas em meu Ser.

Sigo está maravilhosa jornada de autodescoberta contemplando as paisagens que surgem no decorrer da trilha.

Cada vez mais seguro de que o medo, a angústia, a solidão, a insegurança e o egoísmo são grilhões que nos limitam.

Portanto, cada vez que morro me desvencilho da esperança que habitava minha existência, incessante movimento.

Pois, esperança é algo que corrói, mata aos poucos, limita o ser na sua totalidade, pois condiciona.

Ter esperança é como ficar a espera de algo que não existe, está apenas em nossos desejos, pensamentos.

Portanto, muito mais do que esperança necessitamos de liberdade, algo do tipo incondicional.

Um modo de existir no qual o aqui e o agora sejam as únicas possibilidades concretas para realizar nosso potencial.

Para isso acontecer minha mente tem que morrer e renascer num outro nível, em outra sintonia, outra dimensão.

Ascender num nível no qual o Ser se manifesta na sua plenitude, na sua totalidade, infinito potencial de criação.

Om Namah Shivaia!

Uma resposta

  1. Maria Luiza da

    Amigo, li teu blog, publicaste agora, no ano de 2006, construi um perfil no orkut sobre a dualidade e virtual e real, nunca tinha visto este texto antes, mas sente-se aqui a dualidade da vida. Adorei teu texto, Parabens, por nos trazer estas palavras.

    maio 16, 2009 às 12:23 am

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