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APONTAMENTOS PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS DE LAZER POR GRUPOS DE RESISTÊNCIA

APONTAMENTOS PARA UMA REFLEXÃO SOBRE A OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS DE LAZER POR GRUPOS DE
RESISTÊNCIA

Luiz Fabiano Seabra Ferreira

Resumo
Atualmente muitos espaços públicos destinados à recreação e ao lazer são mal aproveitados ou se
encontram destruídos denotando um abandono por parte do poder público. A ocupação dessas áreas pela
população se faz necessário, pois assim construímos vínculos afetivos entre os sujeitos e com os espaços.
Este artigo propõe uma reflexão sobre a ocupação dos espaços públicos destinados as práticas de
recreação, bem como ressaltar a necessidade de organizar e democratizar o acesso aos equipamentos de
lazer.
Palavras-Chave
Equipamentos de lazer; Espaços públicos; Grupos de resistência.

NOTES FOR A REFLECTION ABOUT THE OCCUPATION OF THE LEISURE SPACES FOR
RESISTANCE GROUPS
Luiz Fabiano Seabra Ferreira
Abstract
Nowadays lots of public spaces destined to the recreation and to the leisure are badly seized or are
destroyed denoting an abandonment by the can public. The occupation of these areas by the necessary
population is done, because we thus built affective links among subjects and with the spaces. This article
proposes a reflection on the occupation of the destined public spaces the recreation practices, as well as to
stress the need to organize and to democratize the access to the leisure equipament.
Key-Words
Leisure equipament; Public spaces; Resistance groups.

INTRODUÇÃO

OS ESPAÇOS PÚBLICOS E A ESCASSEZ DE INVESTIMENTOS EM ÁREAS DE LAZER

Na atualidade fazem-se necessárias reflexões de natureza crítica acerca do lazer, pois vivemos em um
momento no qual seus significados estão intimamente relacionados às questões de consumo. Buscamos
desvelar diferentes possibilidades de estar vivenciando momentos de lazer que não estejam condicionadas
ou regidas pela ordem do consumo.
Atualmente as reflexões e discussões sobre o lazer demonstram que a sociedade possui diversas
necessidades nos mais variados campos de atuação. Nessa perspectiva refletir e elaborar políticas
públicas voltadas para o lazer é um desafio que se faz presente no nosso cotidiano.
Este artigo se propõe a refletir e ressaltar como alguns espaços públicos podem ou já estão sendo
ocupados e utilizados para práticas de lazer. Nesse sentido, procuramos dar algumas evidencias de como
as pessoas, poderiam estar se organizando com o objetivo de criar possibilidades para vivenciar
momentos de lazer, usufruindo desses espaços públicos1. A idéia de grupos de resistência deriva do
encontro de pessoas que em determinada situação, exercem seus direitos de usufruir o espaço público
para práticas de lazer. Mais adiante faremos uma exposição mais clara sobre o significado de grupos de
resistência, procurando elucidar quais características podem ser encontradas nesses grupos.
Essas reflexões partiram de momentos vivenciados em um espaço público que se encontra dentro de uma
universidade pública (Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP). Esse espaço conhecido como
“observatório” está localizado no ponto mais alto dentro da área da universidade. No local há uma
construção de alvenaria que deveria abrigar um observatório astronômico, e ao redor do prédio há um
extenso gramado. Esta área se encontra abandonada e suas instalações (prédio) estão depredadas e
pichadas. Um outro sinal de desinteresse na manutenção do local se manifesta quando o pessoal do
serviço de manutenção da universidade não atua, nesses momentos o local se transforma num verdadeiro
matagal. Um espaço público que deveria servir a comunidade se encontra abandonado pela administração
desta universidade. Esse é um exemplo de como o poder público vem tratando as questões referentes aos
espaços públicos. A instituição responsável por administrações públicas deixa muita a desejar no que diz
respeito ao acesso de uma parcela da população na elaboração das políticas públicas de lazer.
1Segundo Santos apud M. Kramper (1999, p.79), o espaço deve ser compreendido como “um palco onde os humanos entram em relação com outros humanos

Enfatizando os aspectos que formam a rigidez das instituições Levi (1991, p.79), expõe que;
No mundo dotado de instituições que resolvem conflitos sociais existe ordem social, mas o poder de
barganha dos indivíduos e o acesso a recursos coercitivos são desiguais. Estes aspectos constituem a base
da rigidez e da instabilidade que observamos em arranjos institucionais. A capacidade de resolver
conflitos na sociedade e dentro das próprias instituições repousa numa estrutura de recursos coercitivos e
de barganha que habilita certos atores a efetivamente delimitar as decisões dos outros. Aqueles que
exercem este poder possuem os meios e também o interesse – para manter os arranjos institucionais
vigentes que satisfazem seus propósitos e reformar aqueles arranjos indesejáveis.
Para visualizar melhor a situação de abandono em que se encontram algumas áreas destinadas ao lazer,
basta darmos uma volta pelas cidades (principalmente nas periferias) e observarmos diversos espaços
públicos (praças, centros comunitários) mal utilizados, seja por falta de investimentos do setor público,
ou organização da própria comunidade que deveria usufruir desses espaços.
Muitos trabalhos e pesquisas da área do lazer enfatizam o descaso do poder público para com os
investimentos em novos espaços destinados ás práticas de lazer, porém devemos destacar também os
estudos que indiquem uma possibilidade de transcender as questões materiais, construindo um sentido
mais amplo que de conta de atribuir novos significados ás vivências de lazer ressaltando o Ser Humano
na sua totalidade.

GRUPOS DE RESISTÊNCIA2: UMA AALTERNATIVA DE ORGANIZAÇÃO FRENTE AO
INDIVIDUALISMO ENCONTRADO NAS CIDADES.

Refletir sobre os grupos de resistência que estão se organizando frente ao caos encontrado em nossa
sociedade, se mostra como uma possibilidade efetiva de encontro e trocas entre as pessoas.
Esses grupos aqui denominados de “resistência” denotam uma possibilidade de reaproximação e
organização entre os indivíduos, enfatizando aspectos qualitativos das relações que se originam a partir
do encontro de afinidades. As trocas simbólicas e afetivas construídas a partir desses encontros possuem
características de resistência frente alguns significados compartilhados em sociedade.
e com objetos”.
2Entendemos que grupos de resistência são aqueles formados a partir da reunião de pessoas que possuem afinidades em comum e procuram construir novos
arranjos institucionais ou não, para discutir e propor novas formas de entendimento e ações sobre determinados temas. Esses grupos são denominados de
“resistência” pois, possuem características e organização diferenciadas daqueles grupos instituídos que detém o poder.

Apoiado pelos escritos de Lupton (2000), consideramos que o termo resistência transcende a idéia de
ações propositais, coletivas, dirigidas para fins políticos e em desafio explícito ao poder. Esse conceito de
resistência procura enfatizar aspectos da subjetividade, que denotam uma ruptura em relação a
determinadas normas impostas pela sociedade democrática do ponto de vista legislativo, mas excludente
do ponto de vista prático.
Vivemos sob a pressão cada vez maior de um individualismo exacerbado que cria um distanciamento
entre as pessoas, ou muitas vezes esse isolamento se da a partir da constituição de pequenos grupos que
possuem características específicas (tribos). Esse individualismo se manifesta de diferentes formas no
nosso cotidiano. O exemplo citado acima é apenas um entre milhares. Ouvimos dizer que a falta de
segurança, a incerteza, e o medo do desconhecido são causadores do distanciamento entre os indivíduos.
Hoje podemos perceber que cada vez mais as pessoas se isolam e procuram se “proteger da sociedade
nefasta”, pois esta seria a responsável pela produção de violência e outras manifestações que denotam a
falta de investimentos em infra-estrutura básica (segurança).
Compartilho com as idéias de Freitas (2002, p. 20), dizendo que “na contemporaneidade, as exclusões
acontecem em todos os níveis da vida urbana pelos motivos mais variados: estéticos, financeiros, sociais,
culturais”. Muitas vezes, as separações se dão por grades que isolam uns espaços urbanos dos outros. Em
jaulas, o homem contemporâneo transita e convive com a cidade. O acesso ao lazer é, nesse contexto,
mais uma forma sistemática de inclusão ou exclusão social.
O isolamento das pessoas chegou a tal ponto que ficou evidente este fenômeno social. Basta percebermos
o grande número de propagandas pela cidade para contabilizamos um crescimento do número de
condomínios fechados sendo criados (tribos fechadas e isoladas por grandes muros). Essa “busca pela
segurança” vem crescendo a cada dia. Hoje podemos encontrar esses tipos de condomínios3 em diversas
cidades brasileiras de médio e grande porte.
Dessa forma, refletir sobre as possibilidades de encontros em espaços públicos entre indivíduos que
podem ou não possuir afinidades em comum para práticas de lazer, se mostra como uma alternativa frente
ao individualismo encontrado nos grandes centros urbanos. Esses encontros podem se dar por diferentes
motivos, aqui cabe destacar as vivências lúdicas relacionadas às práticas do lazer.
3 Segundo a mídia os condomínios fechados apresentam-se como alternativas para viver em tranqüilidade, longe dos problemas encontrados nas grandes metrópoles. O marketing
utilizado para vender esses conjuntos residenciais geralmente enfatizam as questões de segurança, e dos espaços reservados para áreas de lazer. Freitas (2002, p.21), enfatiza que os
condomínios construídos no bairro da Barra da Tijuca na cidade do Rio de Janeiro simulam mini-cidades onde edifícios residenciais verticais (há também os condomínios compostos
por casas) são construídos no meio de grandes áreas (horizontais e muradas) com várias opções de lazer: piscinas, pátios, pracinhas, saunas, quadras e recreação em geral.

Maffesoli (1998), denomina esse encontro entre as pessoas que é característico da pós-modernidade de
tribalismo (formação de tribos), pois há uma intenção de compartilhar determinados valores, signos e
sentimentos relacionados a determinados temas. Nesse sentido, o autor aponta possibilidades de
resistência, que promovem a sociabilidade reagindo contra o individualismo característico da
modernidade. A coletividade seria despertada no imaginário cotidiano das pessoas. No entanto, essas
“tribos” também podem representar uma segmentação, classificação e exclusão social (discriminação),
pois os grupos se organizam de acordo com interesses comuns.
Outro autor que expõe suas idéias sobre esse fenômeno social é Bauman (1998, p. 101), dizendo que “é o
tribalismo, miraculosamente renascido, que injeta espírito e vitalidade no louvor da comunidade, na
aclamação de fazer parte, na apaixonada busca da tradição”.
As tribos podem ser compreendidas como uma nova opção de organização entre as pessoas. Marinho
(2001), aponta focos de resistência frente aos individualismos encontrados nos grandes centros urbanos,
dizendo que por meio da formação de grupos de escalada esportiva indoor (tribo da escalada), os sujeitos
se encontram e compartilham sentimentos, valores e significados atribuídos a esta prática esportiva.
Os indivíduos que freqüentam o observatório da Unicamp constroem e compartilham sentidos e
significados sobre o lazer expressando suas vivências por meio do lúdico. Essas experiências lúdicas se
dão a partir da criação de atividades que denotem esses sentimentos. Contemplar o pôr do sol, uma
conversa entre amigos, namorar, empinar pipas, andar de skate, patins ou bicicleta na ladeira, ou
simplesmente ficar lá “sem fazer nada”4, são algumas expressões de lazer que podem ser encontradas
naquele espaço compartilhado. Nesse contexto, podemos observar a possibilidade de criação de novos
vínculos afetivos e sociais, comprometidos com uma nova forma de se relacionar com o outro,
enfatizando o aspecto cooperativo dessa interação. Além dessas atividades de lazer relacionadas acima,
existem outras formas que demonstram a presença do lúdico. Presenciamos naquele local algumas
manifestações que demonstraram a presença da criatividade, através da criação de diferentes formas de se
vivenciar o lazer. Consideramos de extrema importância o contato e as trocas existentes entre os
indivíduos que ali compartilhavam experiências.
4 Utilizamos a frase “fazer nada” com o sentido que Rubem Alves atribui a ela, para ele o “fazer nada” designa o que os taoístas chamam de felicidade suprema “Wu-Wei”, um
estado de espirito no qual nos entregamos às delicias da contemplação, não se esquecendo dos nossos próprios desejos.

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O LAZER: ESPERAR A VONTADE DOS POLÍTICOS, OU
TRANSFORMAR E OCUPAR OS ESPAÇOS PÚBLICOS?

Vivemos no nosso cotidiano um abandono das políticas públicas por parte do governo. A atual
organização do sistema capitalista denota um distanciamento entre as necessidades da população, e a
afetiva ação do estado frente a essas necessidades.
Nesse sentido, no que se refere às políticas públicas de lazer notamos que poucos têm sido os
investimentos nessa área.
O Estado moderno abandonou o indivíduo à própria sorte, e transferiu para as pessoas a incumbência de
construir sua própria qualidade de vida. Nesse contexto cada sujeito deveria ser capaz de construir e
suprir suas necessidades. Com essa nova configuração o sistema capitalista torna-se o responsável, pela
criação das possibilidades de acesso aos bens de consumo que estariam vinculados ao bem estar social.
Educação, saúde e lazer dentre outros, tornam-se mercadorias que os sujeitos teriam acesso de acordo
com suas capacidades de consumo.
Pensar dessa forma seria o valor máximo pregado pelo liberalismo, pois essa corrente filosófica
compreende que o indivíduo é o responsável pela sua própria formação e desenvolvimento cultural e
intelectual. Esse desenvolvimento se daria de acordo com as capacidades de cada sujeito.
Podemos observar nesse discurso liberal uma aproximação com nossa atual realidade. No caso do lazer,
isto é notório, pois muitos associam as vivências de lazer com o consumo. Na atualidade o lazer está
associado ao entretenimento, como nos caso dos grandes shoppings centers, clubes, hotéis, resorts e
parques temáticos. Olhando por está ótica podemos observar que o lazer seria algo que poucos teriam
possibilidade de acesso, no entanto podemos observar muitas outras manifestações relacionadas a
vivências de lazer.
Magnani (1998) em seu rico estudo sobre o lazer na periferia de São Paulo aponta diversas possibilidades
de vivenciar o lazer fora da esfera do consumismo. O autor expõe uma rica cultura popular elaborada a
partir de suas observações acerca das manifestações circenses. Caminhando no mesmo sentido Santos
(2000), refere-se ao lazer vivenciado pelas camadas populares. Esses momentos são espontâneos,
formados por uma “autentica cultura popular de lazer”, e criam possibilidades de ruptura com o
consumismo e a alienação, podendo contribuir com a renovação do mundo.

Ferreira e Martins (2006) ressaltam a importância das ruas de lazer, bem como de propostas
desenvolvidas nas periferias das cidades, pois a população marginalizada apresenta diversas carências e
as vivências do lazer servem como uma forma de educação, pois brincando são discutidos diversos temas,
tais como: poluição das águas, cidadania (direitos e deveres), conservação de ambientes, entre outros.
Neste artigo apontamos para a formação de uma “tribo” interessada em usufruir e compartilhar o espaço
público utilizado para vivências de lazer. Nesse sentido, cabe ressaltar a importância da formação desses
“grupos de resistência”, pois eles representam a possibilidade de romper com a inércia do sistema
político-burocrático.
Compartilhamos com as idéias de Levi (1991, p.80), argumentando que “o abandono de um
comportamento submisso em relação aos arranjos institucionais correntes é uma das fontes de mudança
institucional, além de uma importante arma dos mais fracos”.
Os espaços públicos de lazer devem ser compreendidos como benfeitorias à disposição da população.
Dessa forma, faz-se necessário à ocupação e o uso adequado desses espaços. Os atores sociais
interessados e envolvidos nesse contexto devem se articular da melhor forma, buscando construir
efetivamente uma política social para o lazer. Política essa que deve ser entendida como manifestação dos
direitos à cidadania, e o acesso ao patrimônio público.
A não ocupação dos poucos espaços públicos destinados ao lazer pela população, consiste num abandono
de patrimônio. Dessa forma, o próprio poder público passa a não se preocupar com a conservação dessas
áreas, pois, a população não valoriza ou usufrui as mesmas.
Sennet (1988), ao refletir sobre o significado do espaço público relata que essa questão ficou
extremamente empobrecida do ponto de vista simbólico e conceitual, por conta de um distanciamento do
indivíduo em relação ao significado do público enquanto espaço de trocas simbólicas, afetivas e
econômicas.
Gostaríamos de enfatizar a criação de novos vínculos afetivos e a sociabilização, advindas das
experiências compartilhadas nos momentos de lazer. Isso por si só já seria o bastante para justificar a
ocupação desses espaços públicos de lazer. Cabe ressaltar as possibilidades de ruptura com o
individualismo e o isolamento causado pelo crescimento urbano acelerado e descontrolado.

A universidade enquanto instituição pública responsável pela conservação de suas áreas deveria olhar
para as necessidades de seus usuários, para dessa forma elaborar uma proposta de ocupação dos espaços,
e com isso exercer e expressar os sentidos do público, enfatizando a criação de espaços que visem as
trocas, a criação de novos vínculos afetivos e sociais, e as múltiplas experiências advindas das práticas de
lazer, principalmente aquelas construídas em cooperação com o outro.
Enquanto agente social consciente dos nossos direitos e deveres, consideramos necessário, a construção
de um sentido para o lazer, elaborado a partir das vivências encontradas no nosso rico acervo cultural que
desvele as essências dessas manifestações. Atribuir significados e compreender as vivências de lazer
poderá proporcionar ao Ser um avanço no conhecimento de sua existência. Ao ocupar os espaços
públicos de lazer, exercemos nossa cidadania e nos tornamos agentes atuantes na dinâmica social. Mas
cabe a administração pública os investimentos para gerar benfeitorias nos locais utilizados para as
vivências do lazer.
REFERÊNCIAS
BAUMAN, Z. O mal estar da pós-modernidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
FERREIRA, L. F. S.; MARTINS, G. M. N. Uma proposta de recreação e lazer para a comunidade de
vila Santana – Ubatuba – SP. In: XVIII ENCONTRO NACIONAL DE RECREAÇÃO E LAZER, 18.,
Curitiba,2006. Anais… Curitiba, PUC-PR, 2006.
FREITAS, R. F. O lazer na sociedade contemporânea: o exemplo de um cenário de comunicação e
consumo na Barra da Tijuca – Rio de Janeiro. In: Seminário “O lazer em debate” 3º, Belo Horizonte,
2002, Coletânea… Belo Horizonte: UFMG, 2002.
LEVI, M. Uma lógica da mudança institucional. In: Dados: revista de ciências sociais. v. 34, n. 1, 1991.
p. 79 a 99.
LUPTON, D. Corpos prazeres e praticas do eu. Educação e Realidade, Rio Grande do Sul, v. 25, n. 2,
p. 15-48, 2000.
MAGNANI, J. G. C. Festa no pedaço: cultura popular e lazer na cidade. São Paulo: Hucitec/Unesp, 2ª
ed. 1998.
MARINHO, A. Da busca pela natureza aos ambientes artificiais: reflexões sobre a escalada esportiva.
2001. Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas,
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ARTIGO
Conexões: revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, Campinas, v. 6, n. especial, p. 477-486, jul. 2008
ISSN: 1983 – 903
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SANTOS, M. A natureza do espaço: espaço e tempo: razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1999.
______. Lazer popular e geração de empregos. In: Serviço Social do Comércio/World Leisure and
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SENNET, R. O declínio do homem público: as tiranias da intimidade. São Paulo: Companhia das Letras,
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ARTIGO
Conexões: revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, Campinas, v. 6, n. especial, p. 477-486, jul. 2008
ISSN: 1983 – 903
486
Luiz Fabiano Seabra Ferreira
UNIMÓDULO – Caraguatatuba – SP
Referência do artigo:
ABNT
FERREIRA, L. F. S. Apontamentos para uma reflexão sobre a ocupação dos espaços de lazer por grupos de
resistência. Conexões, v. 6, p. 477-486, 2008.
APA
Ferreira, L. F. S. (2008) Apontamentos para uma reflexão sobre a ocupação dos espaços de lazer por
grupos de resistência. Conexões, 6, 477-486.
VANCOUVER
Ferreira LFS. Apontamentos para uma reflexão sobre a ocupação dos espaços de lazer por grupos de
resistência. Conexões, 2008; 6: 477-486.

Uma resposta

  1. Monica

    Eu gostei da reflexão. Fiquei pensando a respeito da vocação que cada espaço tem, de acordo com seu povo, e a cultura local. Não sei se estou certa ou não, mas a vocação não seria uma forte determinante?

    dezembro 28, 2009 às 6:59 pm

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