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O coração das mulheres é mais vulnerável a uma alimentação com alto índice glicêmico, diz estudo

doenças cardiovasculares nas mulheres
 
O
coração das mulheres é mais vulnerável a uma alimentação com alto
índice glicêmico, diz estudo

As doenças cardíacas são a principal causa
de morte de homens e mulheres na Europa, Estados Unidos e em muitos
outros países ricos.

As dietas abusivas em
carboidratos são conhecidas por aumentar os níveis de glicose no sangue e
de gorduras nocivas ao coração. Além disso, este tipo de consumo
alimentar também favorece a redução dos níveis de HDL, mais conhecido
como colesterol bom. Todos estes fatores são prejudiciais para a saúde,
pois favorecem o aumento do risco para doenças cardiovasculares.

Mas nem todos os carboidratos
têm o mesmo efeito sobre os níveis de glicose no sangue. O índice
glicêmico é uma medida de quanto um alimento aumenta os níveis de
glicose no sangue em comparação com a mesma quantidade de glicose ou pão
branco.
 

Alimentos com baixo índice
glicêmico incluem feijões, lentilhas e nozes, enquanto alimentos como
pão branco, bolos e sorvetes têm alto índice glicêmico.

Com base nisso, cientistas
italianos realizaram um estudo com cerca de 48.000 adultos onde
avaliaram a repercussão das alterações cardiológicas entre grupos de
homens e mulheres que consumiram maiores ou menores proporções de
carboidratos com alto índice glicêmico.

Os cientistas puderam constatar
que 25% das mulheres que consumiram maiores proporções de carboidratos
com alto índice glicêmico, apresentaram cerca do dobro do risco para
doenças cardiovasculares comparadas aos 25% das mulheres que consumiram
menores proporções destes produtos. Entretanto, o mesmo comparativo foi
realizado entre os homens e nenhuma ligação foi encontrada entre a
ingestão de carboidratos em geral, índice glicêmico e risco de doença
cardiovascular.

Os cientistas alegam que tais
resultados podem ocorrer devido a diferenças na forma como homens e
mulheres quebram e absorvem açúcares e gorduras; eles ainda complementam
que novas pesquisas precisam ser desenvolvidas para esclarecer se
existem e quais são os mecanismos que definem esta tão significativa
diferença entre homens e mulheres.

Fonte: Reuters.

retirado de http://portaldocoracao.uol.com.br/materias.php?c=doencas-cardiovasculares-nas-mulheres&e=3944

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