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Sócrates: o problema para Nietzche – Nietzsche acusa Sócrates de abafar os instintos humanos em prol da razão. Com sua postura, Sócrates teria matado a tragédia grega e abriu caminho para a moral dominante europeia, marcada pelo cristianismo

Sócrates: o problema para Nietzche
Nietzsche acusa Sócrates de abafar os instintos humanos em
prol da razão. Com sua postura, Sócrates teria matado a tragédia grega e
abriu caminho para a moral dominante europeia, marcada pelo
cristianismo


Por Victor Costa


Ilustração de trechos da Ilíada,
poema épico grego atribuído a Homero. Segundo Nietzsche, Sócrates negou
toda a cultura precedente a ele, o que inclui a obra de Homero e de
outros autores que serviram de base para o florescimento da tragédia

 

“Há muitas coisas que
quero, de uma vez por todas, não saber. A sensatez estabelece limites
mesmo ao conhecimento”
NIETZSCHE

Qual o problema de Sócrates em Nietzsche? A partir de três livros,
O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música, Aurora e
Crepúsculo dos Ídolos
, é possível analisar, cronológica e
conceitualmente, as críticas a Sócrates (469–399 a.C.), sempre
constantes na Filosofia de Friedrich Nietzsche (1844-1900). Entre elas,
destacase a investida contra o conceito de racionalidade introduzido por
Sócrates e difundido por Platão na cultura ocidental.

Nietzsche já havia trabalhado com textos preparatórios, em
especial Sócrates e a Tragédia, que mencionava esse tipo de
crítica a Sócrates. No entanto, vamos nos concentrar na obra O
Nascimento da Tragédia no Espírito da Música
, de 1871, em que suas
preocupações canalizam na Filosofia da Arte, precisamente nos estudos da
tragédia grega; sob fortes influências da metafísica da vontade de
Schopenhauer e do projeto artístico-cultural de Richard Wagner. No
início da obra, o filósofo menciona elementos da relação do homem grego
homérico com a ordem divina. Relata que os gregos antigos tiveram que
criar deuses devido a mais profunda das necessidades: sobreviver.
Processo que pode ser representado a partir da ordem divina primitiva,
titânica, a qual do pavor desenvolveu-se, em lenta transição, ao impulso
apolíneo à beleza e à ordem divina olímpica pautada na alegria.

“De que outro modo aquele povo, tão excitável em sua
sensibilidade, tão impetuoso em seus desejos, tão apto unicamente para o
sofrimento, teria podido suportar a existência, se esta, banhada em uma
glória superior, não lhe tivesse sido mostrada em seus deuses?” (§ 3). O
elemento destaque é o tipo de homem homérico que o filósofo descreve: o
homem que é campo de batalha do insecável combate entre peculiaridades
racionais e desejantes.

IDEAL DE HOMEM

Foto: Arquivo Ciência & Vida

Esse combate entre razão e paixão faz do homem homérico o tipo
ideal de homem para Nietzsche. E este tipo ideal grego só suportava a
existência visceral porque ela era corroborada na vida dos deuses.
Disso, logo outro elemento se destaca na análise de Nietzsche: a
incondicional opção pela expansão da vida. Em suma, restava ao homem
homérico, segundo a perspectiva nietzschiana, somente o anseio pela
existência. Resultou deste anseio o ato artístico: a criação dos deuses e
das histórias fantásticas. O ato artístico, portanto, correspondia para
o grego homérico à expansão da vida.

É no embate entre forças representadas por Dionísio e por Apolo
que a tragédia grega mostra sua importância. Grosso modo, o elemento
representado por Dionísio é a paixão, princípio desejante da espécie
humana: a vontade; aproxima as alegrias das sensações. Enquanto Apolo é a
representação da racionalidade: da beleza; aproxima os homens da
sabedoria.

Em síntese, a tese no início da obra é a constatação da relação
entre o apolíneo e o dionisíaco. Elementos que após intenso período de
lutas e de reconciliações propiciaram o surgimento da Arte trágica.
Porém, Nietzsche não constata somente o nascimento da tragédia, mas
revela também sua morte. O filósofo julga responsável pela certidão de
óbito da arte trágica o escritor Eurípides, que instaurou no pensamento
grego ateniense o socratismo estético.

Para Nietzsche, a tragédia morreu assassinada pelo pensamento
socrático através da inserção na cultura grega antiga do culto à razão.
Ele constata que Sócrates, que jocosamente confessava nada saber,
reconheceu em suas perambulações por Atenas a visitar estadistas,
oradores, poetas e artistas, que estas celebridades não tinham
entendimento correto e seguro nem mesmo sobre suas profissões,
exerciam-nas por instinto.



Foto: Arquivo Ciência & Vida

O que a crítica a Sócrates revela nesse aspecto é a
incompatibilidade entre dois modos de compreensão da realidade. De um,
no trágico, há a compreensão de forças externas e contrárias ao homem;
de outro, no socrático, há a supervalorização da interioridade da razão
que domina e imputa ordens às forças externas – e controla tudo o que
lhe é contrário, principalmente os instintos.

“A partir desse único ponto acreditava Sócrates ter de corrigir
a existência: ele sozinho, trazendo no rosto a expressão do desdém e da
altivez, faz da sua aparição, como precursor de uma Cultura, Arte e
Moral de espécie totalmente outra (…)” (§ 13). Com isto, Sócrates nega
toda cultura anterior a si, a saber: Homero, Píndaro e Ésquilo, Fídias,
Péricles, Pítia e Dionísio. Cultura tal que na análise nietzschiana foi
onde floresceu a tragédia.

Sócrates substituiu o instinto (elemento criativo do grego
arcaico) pelo daimon (elemento racional da filosofia socrática)

Nietzsche parte daí para a análise do daimon socrático.
Este, toda vez que o pensamento de Sócrates cambaleava, era apoio de
segurança em forma de voz divina que o exortava e não o deixava perder a
lucidez racional em oposição aos desejos. Segundo o filósofo alemão, a
sabedoria instintiva foi substituída em Sócrates pelo daimon. Isso
significa que, para os gregos primitivos, o instinto era força
criadora-afirmativa, enquanto a consciência era força crítica. Ao
contrário, para Sócrates, o daimon – o instinto – era elemento
crítico e a consciência era elemento criativo. Então, em Sócrates, houve
uma inversão que substituiu o instinto (elemento criativo do grego
arcaico segundo Nietzsche) pelo daimon (elemento racional da
filosofia socrática).

Outra característica é ainda observada no início de O
Nascimento da Tragédia
…: a suposta vontade socrática pela morte
justa e a lucidez por meio da qual Sócrates se encaminhou a ela no
período entre sua condenação e a ingestão da cicuta. Afinal, se a
sentença pronunciada contra ele foi a morte, e não o exílio, então o
veredicto parece ter sido provocado pelo próprio Sócrates. Depois da
morte, ele “tornou-se o novo ideal, nunca antes contemplado, da nobre
juventude grega: e o típico jovem heleno, Platão, foi o primeiro a
lançar-se, com toda a ardente devoção de sua alma arrebatada, aos pés
dessa imagem” (§ 14).

Sócrates não é o único alvo
das críticas de Nietzsche. O filósofo tem comentários negativos a
respeito de Xenofonte, Platão, Aristóteles, Martinho Lutero, Kant,
Schopenhauer e Wagner, músico que chegou a admirar. Critica quase toda a
cultura ocidental, a Metafísica, o Iluminismo, as principais teorias do
Estado, e o cristianismo

 

“Com ajuda da moralidade
do costume e da camisa-de-força social, o homem foi realmente se tornou
confiável” NIETZSCHE

 

 

O exemplo da vida de Sócrates mostra o fim da tragédia pelo
domínio da razão sobre os instintos. Ao instituir um estatuto de
excelência da razão sobre os instintos, o filósofo grego aspirou julgar o
valor da vida, com isto, criou a oposição entre conhecimento sobre a
aparência e conhecimento sobre a essência. O instinto de Sócrates, o
daimon, orientava-o a repulsa do aparente, na medida em que a
consciência, a razão de fato, orientava-o a conhecer a essência: a
verdade. A tal verdade para Sócrates não se encontra, portanto, na vida
dos sentidos, mas na vida contemplativa, por meio da interiorização.

Se, como entende Nietzsche, Sócrates foi conivente com o
veredicto de sua morte, e, como relata Platão na Apologia, ele
não quis tentar uma fuga enquanto esperava a cicuta, então caminhou
conscientemente à sua morte “para começar um novo dia”; uma outra fase
da vida: a da liberdade da alma para encontro com a verdade. Com isto,
surgiu na Grécia Antiga, ao assassinar o tipo trágico, o novo tipo de
homem: o socrático – sistematizado e difundido na obra de Platão.

AURORA

Ao romper com as influências de Schopenhauer e de Wagner, em
1878, com o livro Humano, demasiado humano, Nietzsche ingressa
na fase madura de sua produção intelectual. Porém, é em 1881, com a
publicação de Aurora, que suas investigações tomam os estudos da moral
ocidental como objeto central de análise. A obra teve o objetivo de
lançar crítica à moral ocidental dominante através da problematização na
confiança da moral de matriz platônico- cristã.

Quanto a Sócrates, Nietzsche introduziu novo elemento à sua
crítica: a correspondência entre a obra de Platão e a moral dominante
europeia, ou seja, a relação entre a filosofia socrático- platônica e o
cristianismo. No parágrafo 429 de Aurora, Nietzsche pergunta a seu
leitor por que se teme e odeia-se tanto um possível retorno à barbárie.
“Porque ela faria os homens mais infelizes do que são? Ai, não! Os
bárbaros de todos os tempos tinham mais felicidade: não nos iludamos!”. O
fato é que, para o homem moderno, o impulso ao conhecimento é forte
demais para que haja felicidade sem ilusão.

O retorno à barbárie ao qual Nietzsche se refere é precisamente
o retorno ao tipo de homem antigo. Àquele que o filósofo em O
Nascimento da Tragédia…
descreve como homem trágico: o homem
impetuoso. Diferente deste, o homem moderno inclina sua felicidade ao
conhecimento de uma forte ilusão, a qual é o conhecimento do mundo
inteligível cristão. A vida celeste além-existência-terrena. “O
conhecimento, em nós, se transmudou em paixão, que não se intimida
diante de nenhum sacrifício e no fundo nada teme (…)” (§ 429). A
paixão do homem contemporâneo, para Nietzsche, tem relação estreita com a
ideia de morte; ora, é ao morrer que o cristão entra no Reino Celeste,
onde a vida é melhor. “Sim, odiamos a barbárie – preferimos todos ver
sucumbir a humanidade a ver regredir o conhecimento!” (§ 429).

O fato é que, para o homem
moderno, o impulso ao conhecimento é forte demais para que haja
felicidade sem ilusão

Escultura de
Apolo. O homem grego cria os deuses e neles se espelha. De Apolo veio a
necessidade de beleza, de uma ordem divina olímpica pautada na razão

Todavia, qual é o tema conceitual correspondente ao socratismo e à
moral cristã? Em uma só expressão: a ética. Para Nietzsche, Sócrates
descobriu na eticidade as formas de causa e efeito, de fundamento e de
consequência. Em suma, descobriu a lógica da eticidade, “e nós, homens
modernos, estamos tão habituados à necessidade da lógica e educados para
ela que a temos sobre a língua como gosto normal (…)” (§ 544).

Essa eticidade pretende fazer acreditar que a alma é uma espécie
de ser intuitivo dotado de sentido interno ou intuição intelectual,
“com um gênio na cabeça e um diabo no corpo” e com a vantagem de ser
divina, por isso incompreensível. Proclama Nietzsche “(…) isso faz
também Filosofia! Temo que notem um dia que se equivocarem – o que
querem é Religião!” (§ 544).

O que faz o cristianismo é esforçarse em construir um ideal
inteligível, que está voltado para dentro de cada homem. A direção de
tal ideal é a redenção: a vida extramundo terreno. A lógica para a ação é
aquela estabelecida para angariar o ingresso para o Reino dos Céus.
Ora, tal como a eticidade socrática, a moral cristã nega o mundo
sensorial, para, a partir de um mundo inteligível, poder afirmar a
felicidade da alma humana. Esta felicidade, ou melhor, essa ética é
orientada por uma dimensão teleológica. A finalidade da alma, para a
noção socrático-platônica, é libertar-se da matéria (do conhecimento
através dos sentidos), para a noção da moral cristã é libertar-se do
pecado (da fruição dos instintos).

SÓCRATES MORIBUNDO

Eu admiro a bravura e a sabedoria de Sócrates em tudo o que
ele fez, disse – e não disse. Esse zombeteiro e enamorado monstro e
aliciador ateniense, que fazia os mais arrogantes jovens tremerem e
soluçarem, foi não apenas o mais sábio tagarela que já houve: ele foi
igualmente grande no silêncio. Quisera que também no último instante da
vida ele tivesse guardado silêncio – nesse caso, ele pertenceria talvez a
uma ordem de espíritos ainda mais elevada. Terá sido a morte, ou o
veneno, ou a piedade, ou a malícia – alguma coisa lhe desatou naquele
instante a língua, e ele falou: “Oh, Críton, devo um galo a Asclépio.”

Essa ridícula e terrível “última palavra” quer dizer, para
aqueles que têm ouvidos: “Oh, Críton, a vida é uma doença!”
Será possível? Um homem como ele, que viveu jovialmente e como um
soldado à vista de todos – era um pessimista? Ele havia feito uma cara
boa para a vida, o tempo inteiro ocultando o seu último juízo, seu
íntimo sentimento! Sócrates, Sócrates sofreu da vida! E ainda vingou-
-se disso – com essas palavras veladas, horríveis, piedosas e blasfemas!
Também Sócrates necessitou de vingança? Faltou um grão de generosidade à
sua tão rica virtude? – Ah, meus amigos, nós temos que superar também
os gregos!

§ 340 de A Gaia Ciência, Nietzsche



“Temos a Arte para não morrer da verdade”
NIETZSCHE

 

Em ambas as noções não há afirmação de um tipo de homem que
comporte a batalha entre princípios racionais e desejante. Há, contudo,
repulsa aos desejos humanos em favor da racionalidade, em favor da
lógica de negação do mundo sensorial; em última instância, para
Nietzsche: da negação da vida.

CREPÚSCULO DOS ÍDOLOS

Em 1888, Nietzsche publica Crepúsculo dos Ídolos. Trata aí de
fazer uma releitura de todos os temas recorrentes em sua obra. Logo no
parágrafo 2 retoma a crítica a Sócrates. Para fazê-la, destaca a prática
da Filosofia socráticoplatônica de valorar a vida. “Juízos, juízos de
valor sobre a vida, pró ou contra, nunca podem, em definitivo, ser
verdadeiros: só têm valor como sintomas, só como sintomas entram em
consideração – em si tais juízos são estupidez”.

 

Foto: Shutterstock
Ruínas de Atenas,
na Grécia. Sócrates viveu em uma Atenas já de valores decadentes e
acreditava que a cidade precisava de sua Filosofia para recuperar-se.
Para Nietzsche, ele apenas agravou a decadência com uma racionalidade
moral

Nesse sentido, para a perspectiva nietzschiana, a vida não pode
ser julgada por um vivente, afinal, esta é a parte interessada e objeto
mesmo em questão, ou seja, em tal julgamento é o próprio juiz que se
julga. Disto, um filósofo que problematiza o valor da vida naufraga a
própria sabedoria.

Contudo, aqui o foco da crítica a Sócrates se concentra nas
observações em torno do método socrático. Nietzsche se refere ao método
dialético ou ao diálogo socrático: a ironia (o jogo de perguntas e
objeções que levam o interlocutor à contradição lógico-conceitual) e a
maiêutica (o parto da verdade, que, antes, era totalmente desconhecida
pelo interlocutor).

Questiona-se no parágrafo 7: “é a ironia de Sócrates uma
expressão de revolta? De ressentimento plebeu? (…) O dialético
despotencia o intelecto de seu adversário. – Como? É a dialética apenas
uma forma de vingança, em Sócrates?”. Para Nietzsche, o dialético pode
se tornar facilmente um tirano, posto que deixa nu aqueles que vence. “O
dialético deixa para seu adversário o ônus de provar que não é um
idiota (…)” (§ 7). Para descrever o suposto ressentimento e a suposta
vingança do plebeu Sócrates, Nietzsche busca no tempo histórico do grego
as causas de tanto.

Sócrates foi um grande
mal-entendido tal como foi também a fé cristã, afinal, “ter de combater
os instintos [é] a fórmula para a décadence”

Lembra que a Atenas de Sócrates estava em decadência, e que ele,
para fazer guerra contra tal decadência, entendeu que a polis
necessitava de sua Filosofia. De seu remédio, de sua cura. Nesta Atenas
decadente, instintos de anarquia estavam por todos os lados, por toda
parte se estava a poucos passos do excesso. E Sócrates, neste contexto,
apenas alterou a decadência da cidade, chamou-a para si, mas não a
eliminou. “Seu caso era, no fundo, apenas o caso extremo, aquele que
mais saltava aos olhos, daquilo que naquele tempo começava a se tornar a
indigência geral: que ninguém mais era senhor sobre si, que os
instintos se voltavam uns contra os outros” (§ 9).

Para Nietzsche, Sócrates queria ser um médico, uma espécie de
salvador. Ora, o grego foi um décadent porque acreditava na
racionalidade a todo preço como remédio do qual era portador.
Entretanto, “a racionalidade a todo preço, a vida clara, fria,
cautelosa, consciente, oferecendo resistência aos instintos era, ela
mesma, apenas uma doença, uma outra doença – e de modo nenhum um caminho
de retorno à ‘virtude’ (…) à felicidade… (…)” (§ 11).

Conclui Nietzsche que Sócrates foi um grande mal-entendido tal
como foi também a fé cristã, afinal “ter de combater os instintos [é] a
fórmula para a décadence: enquanto a vida se intensifica, felicidade é
igual a instinto” (§ 11).

De fato, as críticas a Sócrates compõem um tema recorrente na
obra de Nietzsche. Embora o projeto do filósofo alemão tenha tomado
outro objeto de análise a partir da década de 1880 – das preocupações
com a Arte ele passou a se concentrar no problema da confiança na moral –
o problema de Sócrates permaneceu o mesmo: a supressão dos instintos
humanos pela razão.

 

Foto: Arquivo Ciência & Vida

Homero e seu
guia, por William-Adolphe Bouguereau. O homem grego homérico, tipo ideal
de homem para Nietzsche, vive um combate entre razão e paixão. Só
suporta essa existência conflituosa por encontrar respaldo na vida dos
deuses

 

 

REFERÊNCIAS

MACHADO, Roberto. Nietzsche e a verdade.
Rio de Janeiro: Rocco,
1985.
MARTON, Scarlett. Nietzsche: a
transvaloração dos valores. São Paulo:
Moderna, 1993.
NIETZSCHE, Friedrich. Crepúsculo dos ídolos.
São Paulo: Companhia
das letras, 2006.
_______. Obras incompletas. Seleção de
textos de Gérard Lebrun.
Tradução e notas Rubens Rodrigues Torres Filho. São Paulo:
Abril Cultural,
1974. (Os Pensadores).
_______. O nascimento da tragédia no espírito da
música
. São Paulo:
Abril, 1983.
AZEREDO, Vânia Dutra de. Nietzsche e a dissolução da
moral
. São
Paulo: Discurso Editorial e Editora UNIJUI, 2000.

Retirado de http://portalcienciaevida.uol.com.br/esfi/edicoes/47/artigo174154-1.aspo

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