Don't Worry Be Happy!!!

O que tenho aprendido com as limitações que tenho vivido!

Engraçado, mas não há ganhos sem perdas e vice-versa.

Observar e aprender sobre essa constante dinâmica pode nos proporcionar infinitas experiências cotidianas.

Dessa forma tenho contemplado aquilo que expresso em minhas escolhas.

Em cada uma delas há um infinito potencial transformador, mas por vezes fico limitado em determinadas situações.

Pois construo uma realidade centrada não na abertura, mas sim no fechamento.

Fechamento em mim mesmo, naquilo que acredito ser verdade.

Desse ponto de vista me limito em certos contextos.

Mas em outros momentos me abro para o diferente, para a diversidade do mundo.

Daí encontro uma vastidão diante de mim, e como já estou habituado a abertura não me assusto.

Me surpreendo comigo mesmo e com os seres vivos que estão ao meu redor, pois assim aprendo com eles.

Compartilho experiências em diversos níveis e contextos.

Isso tem sido uma verdadeira educação do ser.

Pois sendo, de preferência em comunhão, as experiências cotidianas se tornam muito mais intensas.

Quando encontramos uma sintonia em comum com outros seres nosso potencial transformador se amplia.

Criamos o poder de amplificar nossas ações, alcançando resultados que sozinhos não seriam possíveis.

Portanto o coletivo é dimensão na qual as individualidades não se anulam, mas sim se multiplicam, se intensificam.

E as limitações individuais tendem a se minimizar em função do poder contido na coletividade.

Nessa perspectiva tenho superado as limitações que tenho vivenciado, acima de tudo no coletivo.

Convivendo com pessoas que aceitam a troca, o escambo, olhando para o outro não como um adversário, mas sim parceiro.

Construindo diferentes formas de inter-relacionamentos nos quais a empatia é o guia.

Aprendi que não são os “laços de sangue”, ou melhor, os familiares que são nossos “melhores amigos”.

Pois muitos deles sequer nos encaram com empatia, simpatia ou compaixão.

Em certos momentos os “parentes” se tornam estranhos, destituídos do sentido de coletividade.

E o mais interessante é encontrar nas pessoas que nos são “estranhas” a abertura que os “conhecidos” não expressam.

Uma verdadeira inversão dos sentidos e do que estamos acostumados a acreditar.

Sim, pessoas “estranhas” que encontro todos os dias me ensinam a viver, me proporcionando a percepção do diferente.

Não necessariamente divergente, mas sim com possibilidades de convergências expressando criatividade.

Compreendo que o encontro com o outro é um momento no qual podemos nos transformar e transcender a si mesmos.

Superando as limitações momentâneas e construindo novas possibilidades existenciais.

Agradeço as pessoas com quem tenho compartilhado experiências singulares, inauditas.

Om Gam Ganapataye Namaha!

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