Don't Worry Be Happy!!!

Aprendendo com o silêncio!!!

Aprendendo com o silêncio!!!

Em certas circunstâncias a melhor escolha é contemplar os acontecimentos em silêncio.

Apenas observar o movimento da respiração, “escutar” cuidadosamente aquilo que estamos sentindo e percebendo.

Não há o que fazer quando e mente entra em confronto consigo mesma, apenas observar.

Quando beiramos o colapso mental um infinito potencial, tanto criativo como dissolutivo nos envolve.

Nas turbulências causadas pela crença de que a mente está nos direcionando para o caos podemos nos renovar.

Se abrir para um novo mundo no qual nossas escolhas e comportamentos se transformam.

Não há momento mais fértil em nossas vidas do que quando a mente colapsa criando paradoxos irresolúveis.

Inquietações de todos os tipos vão surgindo, bem como dualidades aparentemente inconciliáveis.

Diante de tanto espanto, ainda sim temos que realizar escolhas, seja quais forem.

Escolhas que podem nos proporcionar um novo ponto de vista sobre si mesmo, ou nos tornar mais limitados, ignorantes.

Se optarmos pela abertura, pelo desafio, podemos superar as limitações que surgem constantemente em nossas vidas.

Mergulhando nas entranhas, num profundo encontro com o ser e o Ser.

Buscamos luz, ou mesmo focalizar aquilo que outrora estava na mira, mas que por um descuido se perdeu na mente atordoada.

Nos perdemos facilmente, pois andamos distraídos, raramente temos foco naquilo que fazemos.

Ou quando temos algum foco logo ele se vai com as percepções ambíguas, os “achismos” da mente que mente.

Até aí tudo normal, pois aprendi que é “assim mesmo”, dualidades e ambiguidades são estruturais no humano.

Fácil é se distrair e se perder nos labirintos mentais, difícil é manter atenção e foco constantemente.

Mas a prática da meditação pode inverter essas polaridades, pois ambas se completam mutuamente.

Portanto a única escolha possível é buscar focalizar e superar as limitações que vão surgindo nos entremeios.

Aprendo observando a mim mesmo e aos outros, pois os sintomas são sempre os mesmos, seja quem for.

Soaria determinista afirmar categoricamente essa cegueira que nos acomete constantemente.

Por isso também aprendi a contemplar a mente, os sentimentos e as percepções como um mero espectador.

Me desapegando de toda e qualquer manifestação e ou determinismos que eu possa expressar.

Acima de tudo quando as inconsistências mentais surgem procuro sentar e prestar atenção na respiração.

Dessa forma tudo se desfaz e novamente encontro o foco, ou melhor, visualizo minhas escolhas primordiais.

Tenho aprendido com as pessoas que encontro por essa maravilhosa jornada chamada vida.

Procuro compartilhar experiências e isso acontece em diversos níveis.

Convergir para um único ponto e finalmente transcendê-lo, esse é o objetivo.

Tarefa árdua para realizar sozinho, mais difícil ainda é fazer isso a dois e quase impossível no coletivo.

Sigo feliz por ter muitos exemplos de como não fazer, pois diante de tanta inconsistência jamais encontrei algo definitivo.

Definitivo nem mesmo o cosmos que vive morrendo e renascendo.

Só meditando e orando para poder suportar e suplantar tanta ignorância!

Om Gam Ganapataye Namaha!

Deixe uma resposta

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s